CONTINUA APÓS O ANÚNCIO
Geral

“O que desgasta a imagem de Dilma é a realidade”

Ao defender a criação da CPI da Petrobras, em entrevista à rádio CBN, senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirma que "o que desgasta a imagem da presidente é a realidade, são os fatos", e não uma CPI; pré-candidato tucano vê "possibilidade real" de a oposição alcançar nesta quarta-feira 26 o número necessário de assinaturas no Senado para criar a comissão que investigará a compra da refinaria de Pasadena pela estatal; para o presidente do PSDB, governo da presidente Dilma é reativo – "só toma providências no momento em que alguém é pego com a mão na botija"

Imagem Thumbnail
Senador Aécio Neves (PSDB-MG) cobra explicações do governo federal sobre compra, pela Petrobras, de uma refinaria obsoleta no Texas, Estados Unidos, que resultou num prejuízo de mais de US$ 1 bilhão para a estatal brasileira (Foto: Felipe L. Goncalves)
CONTINUA APÓS O ANÚNCIO

✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

Minas 247 – O senador e pré-candidato a presidente Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou nesta quarta-feira 26 que a imagem da presidente Dilma Rousseff é desgastada pela "realidade", e não por uma CPI. A declaração foi feita em entrevista à rádio CBN, enquanto o parlamentar tucano defendia a criação da CPI da Petrobras, para investigar a compra da refinaria de Pasadena pela estatal.

"O que desgasta a imagem da presidente é a realidade, são os fatos", disse Aécio, fazendo em seguida críticas à situação econômica do País. "A economia está em frangalhos, essa decisão de rebaixamento da nota do Brasil emoldura uma ação desastrada do governo ao longo de todos os últimos anos, que fragilizou a nossa economia, recrudesceu a inflação, nos fez perder credibilidade", disse. Segundo Aécio, "a grande gestora está se mostrando agora".

CONTINUA APÓS O ANÚNCIO

O presidente do PSDB vê "possibilidade real" de a oposição alcançar hoje no Senado o número necessário de assinaturas para emplacar uma CPI. Ele afirmou, portanto, "ter os pés no chão nessas questões", uma vez que "a oposição hoje, principalmente no Senado, é pouco expressiva do ponto de vista numérico". Por isso, segundo ele, "é impossível conseguirmos o número de assinaturas necessárias a uma investigação dessa importância se não houver também dissidência da base do governo".

Para Aécio Neves, na sociedade brasileira, "há esse sentimento de que essa questão está muito mal explicada". O senador classificou o governo Dilma como "um governo reativo" - "é um governo que só toma providências no momento em que alguém é pego com a mão na botija. Foi assim com os inúmeros ministros que acabaram sendo afastados do governo e está sendo aqui, mais uma vez, em um episódio de uma gravidade extrema, como esse".

CONTINUA APÓS O ANÚNCIO

Aécio disse ter conversado com o também pré-candidato Eduardo Campos (PSB), governador de Pernambuco, em um evento no sábado à noite, e dito a ele que a questão da CPMI era uma decisão do PSDB, mas que os tucanos precisariam do apoio do PSB. "Ontem, recebi o telefonema do líder do PSB no Senado, Rodrigo Rollemberg, dizendo que assinaria a CPMI. Vamos aguardar para hoje a assinatura dos demais senadores do PSB", contou o senador tucano.

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

CONTINUA APÓS O ANÚNCIO
CONTINUA APÓS O ANÚNCIO
CONTINUA APÓS O ANÚNCIO