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O que os médicos cubanos estão ensinando aos Estados Unidos

Escola Latino Americana de Medicina, em Havana, conta com 5 mil estudantes dos cinco continentes; Reportagem do jornal El País mostra o que a medicina cubana, focada na prevenção e na atenção básica, pode ensinar aos Estados Unidos

Escola Latino Americana de Medicina, em Havana, conta com 5 mil estudantes dos cinco continentes; Reportagem do jornal El País mostra o que a medicina cubana, focada na prevenção e na atenção básica, pode ensinar aos Estados Unidos (Foto: Charles Nisz)

247 - No hospital Salvador Allende, no centro da capital de Cuba, Havana, há cerca de 5 mil estudantes de Medicina, alguns deles norte-americanos. Segundo a norte-americana Samantha Moore, aluna do sexto ano, que está se especializando em gerontologia, "em Cuba, estudantes aprendem a importância dos fatores ambientais e do atendimento aos pacientes. Isso não se aprende nos EUA".

Quase todos os alunos da Escola Latino Americana de Medicina recebem formação gratuita, graças a bolsas concedidas pelo Estado cubano ou por seu próprio país. Em troca, espera-se que retornem ao seu país de origem e trabalhem com comunidades medicamente desassistidas. Samantha é uma das 93 estudantes norte-americanas da ELAM. Nos Estados Unidos, só um pequeno número de estudantes de medicina se especializa em atenção primária, e a porcentagem dos que decidem trabalhar como médico de família diminuiu 50% entre 1997 e 2005, segundo o The New England Journal of Medicine.

Confira a íntegra da reportagem sobre a ELAM no El País.