OAS é obrigada a realizar obras no entorno da arena

A Prefeitura de Porto Alegre revogou o termo de compromisso que tinha sido firmado com a construtora OAS, em abril de 2012; este documento desobrigou a empresa de executar obras no entorno da Arena do Grêmio e transferiu a responsabilidade para o município; o Ministério Público cobrou que esse termo fosse revogado para que o órgão não entrasse na Justiça contra a prefeitura e a construtora; a OAS, mesma empresa investigada na Operação Lava Jato, não informou quais obras vai realizar  

A Prefeitura de Porto Alegre revogou o termo de compromisso que tinha sido firmado com a construtora OAS, em abril de 2012; este documento desobrigou a empresa de executar obras no entorno da Arena do Grêmio e transferiu a responsabilidade para o município; o Ministério Público cobrou que esse termo fosse revogado para que o órgão não entrasse na Justiça contra a prefeitura e a construtora; a OAS, mesma empresa investigada na Operação Lava Jato, não informou quais obras vai realizar
 
A Prefeitura de Porto Alegre revogou o termo de compromisso que tinha sido firmado com a construtora OAS, em abril de 2012; este documento desobrigou a empresa de executar obras no entorno da Arena do Grêmio e transferiu a responsabilidade para o município; o Ministério Público cobrou que esse termo fosse revogado para que o órgão não entrasse na Justiça contra a prefeitura e a construtora; a OAS, mesma empresa investigada na Operação Lava Jato, não informou quais obras vai realizar   (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 – A Prefeitura de Porto Alegre revogou o termo de compromisso que tinha sido firmado com a construtora OAS, em abril de 2012. Este documento desobrigou a empresa de executar obras no entorno da Arena do Grêmio e transferiu a responsabilidade para o município. O Ministério Público cobrou que esse termo fosse revogado para que o órgão não entrasse na Justiça contra a prefeitura e a construtora.

A OAS, investigada na Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF), não informou quais obras se comprometeu a realizar e quais a empresa não executará, de acordo com a Rádio Gaúcha.

Com o termo revogado, o MPE concorda com a liberação de outras licenças que impedem que sejam erguidos prédios no entorno do estádio, bem como a entrega das chaves dos edifícios construídos. As obras, que deveriam ser realizadas pela OAS, constam no Relatório de Impacto Ambiental firmado antes da construção da Arena.

A Promotoria e o Ministério Público de Contas (MPC) expediram recomendação ao prefeito de Porto Alegre, José Fortunati (PDT), com o objetivo de impedir a execução de obras no entorno da Arena com recursos públicos até que a Justiça Estadual se manifeste.

Lava Jato

A OAS está sendo investigada pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF), que apura desvios de recursos públicos envolvendo políticos, empresas e a Petrobras. Pelo menos R$ 10 bilhões teria sido desviados. Na fase atual da operação, a PF foca suas investigações em empreiteiras. 

Além da OAS, estão envolvidas no esquema Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, Construtora Queiroz Galvão, Engevix, Galvão Engenharia, Iesa, Iesa Óleo e Gás, Mendes Junior, Odebrecht e UTC. Ao todo, 23 executivos de empresas estão presos.

Segundo o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, os principais contratos da estatal tinham cobrança de propina de até 3% pagas por empresas, que abastecia principalmente PT, PMDB e PP. PSB e PSDB também foram beneficiados.

Conheça a TV 247

Mais de Geral

Ao vivo na TV 247 Youtube 247