OAS quer repassar sua participação na Fonte Nova

Uma das responsáveis pela administração da Arena Fonte Nova, a OAS Arenas está vendendo sua participação no complexo esportivo baiano e já iniciou prospecção de possíveis interessados no mercado de empresas estrangeiras; o grupo OAS, que tem dívida de R$ 9,2 bilhões e tem seus principais executivos presos na Operação Lava Jato, colocou à venda sua participação não só no estádio baiano, mas também na Arena das Dunas, em Natal, e na Arena do Grêmio, em Porto Alegre

Uma das responsáveis pela administração da Arena Fonte Nova, a OAS Arenas está vendendo sua participação no complexo esportivo baiano e já iniciou prospecção de possíveis interessados no mercado de empresas estrangeiras; o grupo OAS, que tem dívida de R$ 9,2 bilhões e tem seus principais executivos presos na Operação Lava Jato, colocou à venda sua participação não só no estádio baiano, mas também na Arena das Dunas, em Natal, e na Arena do Grêmio, em Porto Alegre
Uma das responsáveis pela administração da Arena Fonte Nova, a OAS Arenas está vendendo sua participação no complexo esportivo baiano e já iniciou prospecção de possíveis interessados no mercado de empresas estrangeiras; o grupo OAS, que tem dívida de R$ 9,2 bilhões e tem seus principais executivos presos na Operação Lava Jato, colocou à venda sua participação não só no estádio baiano, mas também na Arena das Dunas, em Natal, e na Arena do Grêmio, em Porto Alegre (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - A OAS Arenas, uma das responsáveis pela administração da Arena Fonte Nova, está vendendo sua participação no complexo esportivo baiano e já iniciou prospecção de possíveis interessados no mercado de empresas estrangeiras.

Segundo publicação do jornal Folha de São Paulo, o grupo OAS, que apresenta uma dívida de R$ 9,2 bilhões e tem os seus principais executivos presos em decorrência da Operação Lava Jato, colocou à venda sua participação não só no estádio baiano, mas também na Arena das Dunas, em Natal, e na Arena do Grêmio, em Porto Alegre.

No caso dos palcos da Copa do Mundo 2014, não existe pretensão de devolvê-los ao poder público e sim de sanar, aos menos, os gastos da construção dos locais com a venda para empresas de outros países.

Com custo de R$ 591 milhões, a Arena Fonte Nova tem administração dividida com a Odebrecht e anunciou na última sexta-feira (27) um prejuízo de R$ 15,6 milhões em 2014.

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