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'Obras de Alckmin terão significado nacional'

Braço direito de Geraldo Alckmin, o futuro secretário da Casa Civil, Edson Aparecido, indica que ele será candidato à presidência da República, em 2018; "Vamos ter sete linhas de metrô sendo construídas ao mesmo tempo. Vamos ter o último trecho do Rodoanel. O governador acabou de assinar o contrato da duplicação da Tamoios no trecho da serra. Deve lançar em janeiro o túnel ligando Santos ao Guarujá, para aumentar a capacidade do porto. Não é só para infraestrutura de São Paulo. É para a infraestrutura do País", diz ele

Braço direito de Geraldo Alckmin, o futuro secretário da Casa Civil, Edson Aparecido, indica que ele será candidato à presidência da República, em 2018; "Vamos ter sete linhas de metrô sendo construídas ao mesmo tempo. Vamos ter o último trecho do Rodoanel. O governador acabou de assinar o contrato da duplicação da Tamoios no trecho da serra. Deve lançar em janeiro o túnel ligando Santos ao Guarujá, para aumentar a capacidade do porto. Não é só para infraestrutura de São Paulo. É para a infraestrutura do País", diz ele (Foto: Leonardo Attuch)

SP 247 - Em entrevista ao jornalista Ricardo Chapola, do Estado de S. Paulo (leia aqui), o futuro chefe da Casa Civil de São Paulo, Edson Aparecido, sinaliza que o governador Geraldo Alckmin será candidato à presidência da República, ao dizer que as obras paulistas terão repercussão nacional.

"Vamos ter sete linhas de metrô sendo construídas ao mesmo tempo. Vamos ter o último trecho do Rodoanel. O governador acabou de assinar o contrato da duplicação da Tamoios no trecho da serra. Deve lançar em janeiro o túnel ligando Santos ao Guarujá, para aumentar a capacidade do porto. Não é só para infraestrutura de São Paulo. É para a infraestrutura do País", diz ele. "Quando você aumenta a capacidade do porto de Santos, quando você duplica uma rodovia para aumentar a capacidade do porto de São Sebastião, você está aumentando a capacidade da infraestrutura do País como um todo. O Ferroanel, que estamos fazendo em parceria com o governo federal, é de importância nevrálgica para a região metropolitana de São Paulo. É evidente que são obras que têm significado não só para São Paulo, mas para o País."

Aparecido fala até dos passos para a construção de uma aliança nacional. Um deles é provável indicação do vice Márcio França, do PSB, como sucessor de Alckmin. "A gente conseguiu atrair um partido que sempre esteve no campo da oposição, embora sempre tenha tido excelente relação, uma relação respeitosa com o PSDB. Acho que isso abre uma perspectiva de a gente poder construir uma relação com o PSB no plano nacional ao longo dos próximos quatro anos e fazer com que os dois partidos estejam juntos num próximo desafio presidencial."