Observatório combaterá racismo e violência LGBT

O Observatório Permanente da Discriminação Racial e Violência contra LGBT foi inaugurado pelo prefeito ACM Neto (DEM) e já está funcionando; além de ser um espaço de acompanhamento e encaminhamento de casos de discriminação e violência, a entidade também fará pesquisas que fornecerão dados sobre como a sociedade se comporta frente a esse tipo de situação"A homofobia deve ser tão combatida quanto o racismo e a violência contra as mulheres. Esse é o objetivo da Prefeitura", disse o prefeito ACM Neto

O Observatório Permanente da Discriminação Racial e Violência contra LGBT foi inaugurado pelo prefeito ACM Neto (DEM) e já está funcionando; além de ser um espaço de acompanhamento e encaminhamento de casos de discriminação e violência, a entidade também fará pesquisas que fornecerão dados sobre como a sociedade se comporta frente a esse tipo de situação"A homofobia deve ser tão combatida quanto o racismo e a violência contra as mulheres. Esse é o objetivo da Prefeitura", disse o prefeito ACM Neto
O Observatório Permanente da Discriminação Racial e Violência contra LGBT foi inaugurado pelo prefeito ACM Neto (DEM) e já está funcionando; além de ser um espaço de acompanhamento e encaminhamento de casos de discriminação e violência, a entidade também fará pesquisas que fornecerão dados sobre como a sociedade se comporta frente a esse tipo de situação"A homofobia deve ser tão combatida quanto o racismo e a violência contra as mulheres. Esse é o objetivo da Prefeitura", disse o prefeito ACM Neto (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - O Observatório Permanente da Discriminação Racial e Violência contra LGBT foi inaugurado pelo prefeito ACM Neto (DEM) e já está funcionando. O espaço funciona no Clube de Engenharia, na Rua Carlos Gomes, nº 31. No mesmo local estão sediados o Conselho Municipal das Comunidades Negras e o Núcleo LGBT.

O Observatório, além de ser um espaço de acompanhamento e encaminhamento de casos de discriminação e violência, também vai promover pesquisas que forneçam dados sobre como a sociedade se comporta frente a esse tipo de situação. Os dados vão contribuir para o desenvolvimento de políticas públicas de combate ao racismo e de violência contra a população LGBT.

ACM Neto afirmou que já estão garantidos os recursos para a implantação do Centro Municipal de Referência LGBT, que vai funcionar nos mesmos moldes do Centro de Referência Loreta Valadares, especializado em atender mulheres vítimas de violência. "A homofobia deve ser tão combatida quanto o racismo e a violência contra as mulheres. Esse é o objetivo da Prefeitura", disse o democrata.

As denúncias de racismo e preconceito podem ser feitas presencialmente, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira, pelo telefone 32022700 ou pela internet.

"O Observatório vai dar todo suporte necessário a pessoas vítimas de racismo ou violência LGBT. Vamos encaminhar e acompanhar os processos na polícia e na Justiça, levantar dados, estimular ações contra os diversos tipos de preconceito e promover ações de orientação ao público em geral", afirmou a secretária municipal de Reparação, Ivete Sacramento. 

Ela lembrou que muitos denunciantes são discriminados nas próprias delegacias, no ato da denúncia. "Por isso o Observatório terá um papel importante, assim como diversas outras ações da Prefeitura em curso contra o racismo e a discriminação, inclusive no âmbito institucional", acrescentou Ivete Sacramento.

Fundador do Grupo Gay da Bahia, o antropólogo Luiz Mott agradeceu "o empenho" do prefeito. "O que queremos é igualdade com os negros. Violência contra os negros é racismo. Violência contra os gays também deve ser punida com rigor. Por isso, vamos continuar lutando por uma legislação federal nacional para que haja punição. Aqui em Salvador estamos notando avanços na gestão e vamos continuar lutando pelo nosso centro de referência".

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