Omissão de Alckmin pode estimular confrontos na Paulista

Na véspera do ato organizado pelo PT e movimentos sociais ligados ao partido, que poderá reunir cerca de 150 mil pessoas nesta sexta, com a provável presença do ex-presidente Lula, manifestantes a favor do impeachment permaneciam acampados na av. Paulista, sem que fossem retirados pela Polícia Militar; na semana passada, Geraldo Alckmin (PSDB) recebeu representantes dos movimentos contrários a Dilma e foi à público garantir que não haveria protestos com pauta oposta no mesmo local

Na véspera do ato organizado pelo PT e movimentos sociais ligados ao partido, que poderá reunir cerca de 150 mil pessoas nesta sexta, com a provável presença do ex-presidente Lula, manifestantes a favor do impeachment permaneciam acampados na av. Paulista, sem que fossem retirados pela Polícia Militar; na semana passada, Geraldo Alckmin (PSDB) recebeu representantes dos movimentos contrários a Dilma e foi à público garantir que não haveria protestos com pauta oposta no mesmo local
Na véspera do ato organizado pelo PT e movimentos sociais ligados ao partido, que poderá reunir cerca de 150 mil pessoas nesta sexta, com a provável presença do ex-presidente Lula, manifestantes a favor do impeachment permaneciam acampados na av. Paulista, sem que fossem retirados pela Polícia Militar; na semana passada, Geraldo Alckmin (PSDB) recebeu representantes dos movimentos contrários a Dilma e foi à público garantir que não haveria protestos com pauta oposta no mesmo local (Foto: Roberta Namour)

247 - O ato em defesa da presidente Dilma Rousseff na avenida Paulista, que, previsto para esta sexta, corre o risco de terminar em confrontos, por uma omissão do governador Geraldo Alckmin (PSDB).

Na véspera do ato organizado pelo PT e movimentos sociais ligados ao partido, que poderá reunir cerca de 150 mil pessoas nesta sexta, com a provável presença do ex-presidente Lula, manifestantes a favor do impeachment permaneciam acampados na av. Paulista, sem que fossem retirados pela Polícia Militar.

"Tudo que nós queremos é que o governo do Estado, que é quem comanda as forças de segurança, aja neste ato da mesma forma que agiu no domingo passado", afirmou o presidente do PT-SP, Emídio de Souza.

Na semana passada, o tucano recebeu representantes dos movimentos contrários a Dilma e foi à público garantir que não haveria protestos com pauta oposta no mesmo local.

Nos últimos dias, várias agressões foram registradas contra apoiadores do governo, atacados nos atos pelo impeachment.

Leia aqui na reportagem de Thais Arbex.

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247