Operação Carne Fraca fará consumo de carne cair 20% em BH, estima sindicato

O presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Belo Horizonte e Região Metropolitana (Sindhorb-BH), Paulo César Marcondes Pedrosa, avalia que a operação Carne Fraca deve diminuir em pelo menos 20% o consumo de carne de boi e de linguiça nos bares e restaurantes de Belo Horizonte nas próximas duas semanas; “Nesse fim de semana já tivemos telefonemas de associados, churrascarias, preocupados com a operação. Mas com o governo esclarecendo a situação, a tendência é o mercado voltar ao normal”

O presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Belo Horizonte e Região Metropolitana (Sindhorb-BH), Paulo César Marcondes Pedrosa, avalia que a operação Carne Fraca deve diminuir em pelo menos 20% o consumo de carne de boi e de linguiça nos bares e restaurantes de Belo Horizonte nas próximas duas semanas; “Nesse fim de semana já tivemos telefonemas de associados, churrascarias, preocupados com a operação. Mas com o governo esclarecendo a situação, a tendência é o mercado voltar ao normal”
O presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Belo Horizonte e Região Metropolitana (Sindhorb-BH), Paulo César Marcondes Pedrosa, avalia que a operação Carne Fraca deve diminuir em pelo menos 20% o consumo de carne de boi e de linguiça nos bares e restaurantes de Belo Horizonte nas próximas duas semanas; “Nesse fim de semana já tivemos telefonemas de associados, churrascarias, preocupados com a operação. Mas com o governo esclarecendo a situação, a tendência é o mercado voltar ao normal” (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - O presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Belo Horizonte e Região Metropolitana (Sindhorb-BH), Paulo César Marcondes Pedrosa, avalia que a operação Carne Fraca deve diminuir em pelo menos 20% o consumo de carne de boi e de linguiça nos bares e restaurantes de Belo Horizonte nas próximas duas semanas. “Nesse fim de semana já tivemos telefonemas de associados, churrascarias, preocupados com a operação. Mas com o governo esclarecendo a situação, a tendência é o mercado voltar ao normal”, pondera.

A operação foi deflagrada na sexta-feira (17) E desmontou um esquema de funcionários do Ministério da Agricultura que teriam recebido propina para liberar carne para venda sem fiscalização. A PF prendeu 35 pessoas e duas estão foragidas. O Ministério da Agricultura afastou 33 servidores envolvidos no esquema. A operação aconteceu em 6 estados e no Distrito Federal.

Pedrosa afirma que cerca de 50% dos restaurantes da capital e região utilizam carne fresca, comprada em açougues. “Bares, espetinhos, restaurante de comida a quilo, pelo menos a metade compra carne no açougue, como o consumidor”, acrescenta. A entrevista foi concedida ao jornal O Tempo.

De acordo com dirigente, um impacto negativo da operação pode ser o aumento do desemprego, se indústrias forem fechadas. “Depois de um saldo positivo no mês passado, temos que esperar uma solução rápida da operação para que ela não gere desemprego”, disse o, citando os dados de fevereiro do Caged que apontaram um saldo positivo de mais de 35 mil vagas de emprego.

 

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