Operação da PF cumpre mandado na casa de Jaques Wagner

Agentes da Polícia Federal estão nas ruas na manhã desta segunda para cumprir mandados na operação Cartão Vermelho, que apura irregularidades na contratação dos serviços de demolição, reconstrução e gestão do estádio Arena Fonte Nova, na Bahia; um dos alvos é o ex-governador do Estado Jaques Wagner (PT); PF teria mandado de busca e apreensão na casa do petista, que vem sendo apontado como eventual vice na chapa de Lula à Presidência; investigadores afirmam que valor desviado foi principalmente para pagamento de propinas e caixa dois

Agentes da Polícia Federal estão nas ruas na manhã desta segunda para cumprir mandados na operação Cartão Vermelho, que apura irregularidades na contratação dos serviços de demolição, reconstrução e gestão do estádio Arena Fonte Nova, na Bahia; um dos alvos é o ex-governador do Estado Jaques Wagner (PT); PF teria mandado de busca e apreensão na casa do petista, que vem sendo apontado como eventual vice na chapa de Lula à Presidência; investigadores afirmam que valor desviado foi principalmente para pagamento de propinas e caixa dois
Agentes da Polícia Federal estão nas ruas na manhã desta segunda para cumprir mandados na operação Cartão Vermelho, que apura irregularidades na contratação dos serviços de demolição, reconstrução e gestão do estádio Arena Fonte Nova, na Bahia; um dos alvos é o ex-governador do Estado Jaques Wagner (PT); PF teria mandado de busca e apreensão na casa do petista, que vem sendo apontado como eventual vice na chapa de Lula à Presidência; investigadores afirmam que valor desviado foi principalmente para pagamento de propinas e caixa dois (Foto: attuch)

Bahia 247 - A Polícia Federal deflagrou nesta segunda-feira, 26, a Operação Cartão Vermelho. A ação cumpre sete mandados de busca e apreensão no âmbito da investigação que apura irregularidades na contratação dos serviços de demolição, reconstrução e gestão do estádio Arena Fonte Nova.

Um dos alvos seria o ex-governador do Estado Jaques Wagner, de acordo com o afiliada da Rede Globo na Bahia. 

Em nota, a PF informou que "dentre as irregularidades já evidenciadas no inquérito policial estão fraude a licitação, superfaturamento, desvio de verbas públicas, corrupção e lavagem de dinheiro".

“A obra, segundo laudo pericial, foi superfaturada em valores que, corrigidos, podem chegar a mais de R$ 450 milhões, sendo grande parte desviado para o pagamento de propina e o financiamento de campanhas eleitorais.”

Os mandados – expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região – estão sendo cumpridos em órgãos públicos, empresas e endereços residenciais dos envolvidos no esquema criminoso, e têm por objetivo possibilitar a localização e a apreensão de provas complementares.

As informações são de reportagem de Julia Affonso no Estado de S.Paulo.

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