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Operação flagra irregularidades em área de preservação

Diversas construções irregulares foram descobertas no Povoado Pescaria, no Litoral Norte de Maceió, em área de preservação ambiental; fiscalização feita por equipes da Secretaria Municipal de Proteção ao Meio Ambiente (Sempma), Superintendência de Limpeza Urbana (Slum), do Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) também detectou desmatamento do mangue e desvio do fluxo de água 

Diversas construções irregulares foram descobertas no Povoado Pescaria, no Litoral Norte de Maceió, em área de preservação ambiental; fiscalização feita por equipes da Secretaria Municipal de Proteção ao Meio Ambiente (Sempma), Superintendência de Limpeza Urbana (Slum), do Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) também detectou desmatamento do mangue e desvio do fluxo de água  (Foto: Voney Malta)
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Alagoas 247 - Uma operação deflagrada na manhã desta sexta-feira (8), no Povoado Pescaria, no Litoral Norte de Alagoas, flagrou a construção irregular de diversos imóveis em área de preservação ambiental. Durante a ação, ficou constatado, além do desmatamento do mangue, o desvio do fluxo de água.

A operação contou com a participação de equipes da Secretaria Municipal de Proteção ao Meio Ambiente (Sempma), Superintendência de Limpeza Urbana (Slum), do Batalhão de Polícia Ambiental (BPA) e da Eletrobras. De acordo com o titular da Sempma, Antônio Moura, a ação desta sexta é para avaliar o estrago causado pelas construções irregulares com o objetivo de punir os responsáveis. 

De acordo com o secretário, os proprietários dos imóveis já foram notificados há cerca de dois meses e, mesmo assim, não procuraram a prefeitura para fazer a regularização. Pelo tamanho da invasão, os fiscais suspeitam que haja alguma grande empresa de construção envolvida no processo de ocupação da área. 

"Algumas famílias que compraram os terrenos não têm conhecimento da ilegalidade do processo. Os notificados pela irregularidade foram os donos dos terrenos que os vendem ilegalmente", afirmou o secretário.

Um bar situado na área de preservação teve a energia cortada pela Eletrobras e deve ser demolido pelas equipes. 


Outro ponto estava sendo utilizado como aterro sanitário e toneladas de lixo já foram retiradas do espaço, de acordo com o coordenador de Fiscalização da Slum, Carlos Tavares.

 Com gazetaweb.com

 

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