Oposição comemora fiasco das prévias petistas

Os pré-candidatos do PPS e do DEM, Raul Jungmann e Mendonça Filho, respectivamente, asseguram que o conturbado processo das prévias do PT se refletirá nas eleições de outubro   

Oposição comemora fiasco das prévias petistas
Oposição comemora fiasco das prévias petistas (Foto: Wilson Dias/ABr e Gustavo Lima/SEFOT-SECOM)
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Leonardo Lucena_PE247 - “Nem nos pênaltis, o PT ganhará as eleições municipais de outubro”. A análise é do postulante à Prefeitura do Recife  pelo PPS, Raul Jungmann. Depois da remarcação das prévias petistas do último domingo (20) para o dia 3 de junho, entre o secretário estadual de Governo, Maurício Rands, e o atual prefeito da capital, João da Costa, o socialista reafirmou sua posição de que o PT optou preferencialmente pela derrota, cravando que a legenda não conseguirá construir uma unidade interna após o seu segundo pleito.

“O PT, depois da ‘dar a volta ao mundo’, começará tudo de novo. Não haverá unidade política, depois do aconteceu”, disparou Jungmann. Para ele, a remarcação das prévias teve um gosto de vitória para João da Costa. “O prefeito corria o risco de ser tirado do páreo. Portanto, com a decisão da Executiva Nacional de remarcar um novo embate, João da Costa saiu vitorioso”, opinou.

Jungmann já havia dito que, seja quem for o candidato petista, o postulante em questão não vencerá a eleição, pois o PT não teria nem condições para gerir uma prévia, quanto mais uma cidade.

Por sua vez, o deputado federal e também pré-candidato às eleições recifenses Mendonça Filho (DEM) acha a anulação das prévias não foi bom para a imagem de Rands nem para a de Costa. “Ambos os concorrentes se saíram muito mal. E o PT pior ainda. Enquanto isso, a cidade do Recife está abandonada, com falta de saneamento, lixo nas ruas, sem manutenção das calçadas, entre outros problemas”, afirmou o democrata.

Sobre a possibilidade das prévias terem reflexos na Frente Popular, além do próprio PT, o democrata disse que os outros partidos da base governista também serão prejudicados. “Acho que a oposição tem plenas condições de vencer as eleições. No pleito passado, nós (oposicionistas) não fomos para o segundo turno por apenas 1,5% por cento. Agora, como todo esse desgaste, sobem nossas chances de levar para o segundo turno”, acrescentou.

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