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Oposição quer "amplo voto aberto" no Congresso

"O parlamento deve adotar o regime aberto em todas as votações. O compromisso do parlamentar é com a população, que precisa ter clareza de como votam seus representantes", afirma o líder da minoria no Congresso, deputado Antônio Imbassahy (PSDB); tucano diz que tese de parlamentares contrários ao amplo voto aberto "caiu por terra" quando foram mantidos vetos presidenciais a itens de sete propostas já aprovadas, inclusive o que trata da multa de 10% do FGTS paga pelos empregadores em demissões sem justa causa; "Essa argumentação não se sustenta mais"

"O parlamento deve adotar o regime aberto em todas as votações. O compromisso do parlamentar é com a população, que precisa ter clareza de como votam seus representantes", afirma o líder da minoria no Congresso, deputado Antônio Imbassahy (PSDB); tucano diz que tese de parlamentares contrários ao amplo voto aberto "caiu por terra" quando foram mantidos vetos presidenciais a itens de sete propostas já aprovadas, inclusive o que trata da multa de 10% do FGTS paga pelos empregadores em demissões sem justa causa; "Essa argumentação não se sustenta mais" (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247

O líder da oposição no Congresso, deputado Antônio Imbassahy, do PSDB, disse em sessão na Câmara que a tese de parlamentares contrários ao amplo voto aberto no Congresso "caiu por terra" na noite de ontem quando foram mantidos vetos presidenciais a itens de sete propostas já aprovadas, inclusive o que trata da multa de 10% do FGTS paga pelos empregadores em demissões sem justa causa.

Eles defendem o voto secreto para apreciação de vetos, alegando possíveis pressões externas aos seus posicionamentos. "Sem a identificação dos votos, poderíamos ter obtido um resultado diferente, por isso, definitivamente, essa argumentação não se sustenta mais".

O líder da minoria reafirma seu "compromisso" com o voto aberto e a transparência nas votações do Congresso. "O parlamento deve adotar o regime aberto em todas as votações. O compromisso do parlamentar é com a população, que precisa ter clareza de como votam seus representantes".