‘Os grandes países jamais devem abrir mão do controle sobre o sistema elétrico’

O deputado federal Henrique Fontana (PT-RS) criticou a proposta do governo Michel Temer de privatizar a Eletrobras; segundo o parlamentar, com "investimentos do governo federal garantimos a segurança energética e a expansão dos parques de geração e transmissão de energia, a exemplo do que aconteceu a partir de 2004 com Lula"

O deputado federal Henrique Fontana (PT-RS) criticou a proposta do governo Michel Temer de privatizar a Eletrobras; segundo o parlamentar, com "investimentos do governo federal garantimos a segurança energética e a expansão dos parques de geração e transmissão de energia, a exemplo do que aconteceu a partir de 2004 com Lula"
O deputado federal Henrique Fontana (PT-RS) criticou a proposta do governo Michel Temer de privatizar a Eletrobras; segundo o parlamentar, com "investimentos do governo federal garantimos a segurança energética e a expansão dos parques de geração e transmissão de energia, a exemplo do que aconteceu a partir de 2004 com Lula" (Foto: Leonardo Lucena)
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Rio Grande do Sul 247 - O deputado federal Henrique Fontana (PT-RS) criticou a proposta do governo Michel Temer de privatizar a Eletrobras. Segundo o parlamentar, com "investimentos do governo federal garantimos a segurança energética e a expansão dos parques de geração e transmissão de energia, a exemplo do que aconteceu a partir de 2004 com Lula".

"Todos os grande países jamais devem abrir mão do controle estratégico sobre o sistema elétrico. Isto é garantia de tarifas a preços justos, controle do fluxo e da vazão dos rios, que tem a ver como as hidrelétricas. Isto é garantia de desenvolvimento nacional", disse o congressista.

A capitalização (venda de parte das ações para investidores privados) da Eletrobras só ocorrerá após autorização do Congresso Nacional, disse nesta segunda-feira (16) o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun. Após reunião com o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, Marun disse que o governo continuará empenhado em editar um decreto ou “outro dispositivo” para dar continuidade aos estudos sobre a venda de ações da empresa, sem passar por cima das competências dos parlamentares.

“O decreto deixará claro que a capitalização só vai ocorrer após autorização pelo parlamento, mas acreditamos ser necessário para a continuidade das análises e estudos. Não vamos ultrapassar o Congresso”, afirmou Marun. Ele não deu um prazo para a publicação nem adiantou detalhes sobre o conteúdo do decreto. Apenas disse que deverá sair nos próximos dias.

*Com Agência Brasil

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