Otto: prisão de Delcídio 'agrava crise política'

Senador Otto Alencar (PSD) também votou a favor da manutenção da ordem de prisão expedida pelo STF contra o líder do governo no Senado, Delcídio Amaral (PT), acusado de atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato; para o baiano, o episódio agrava a crise política pela qual passa o Brasil; "Já existia uma crise política grande e agora se ampliou e ficou mais aguda. O que vai acontecer é imprevisível. O Palácio do Planalto deve estar tenso com o que vai acontecer depois dessa prisão, até porque, o próprio partido do senador o abandonou e não prestou nenhuma solidariedade"

Senador Otto Alencar (PSD) também votou a favor da manutenção da ordem de prisão expedida pelo STF contra o líder do governo no Senado, Delcídio Amaral (PT), acusado de atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato; para o baiano, o episódio agrava a crise política pela qual passa o Brasil; "Já existia uma crise política grande e agora se ampliou e ficou mais aguda. O que vai acontecer é imprevisível. O Palácio do Planalto deve estar tenso com o que vai acontecer depois dessa prisão, até porque, o próprio partido do senador o abandonou e não prestou nenhuma solidariedade"
Senador Otto Alencar (PSD) também votou a favor da manutenção da ordem de prisão expedida pelo STF contra o líder do governo no Senado, Delcídio Amaral (PT), acusado de atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato; para o baiano, o episódio agrava a crise política pela qual passa o Brasil; "Já existia uma crise política grande e agora se ampliou e ficou mais aguda. O que vai acontecer é imprevisível. O Palácio do Planalto deve estar tenso com o que vai acontecer depois dessa prisão, até porque, o próprio partido do senador o abandonou e não prestou nenhuma solidariedade" (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247 - O senador baiano Otto Alencar (PSD) também votou a favor da manutenção da ordem de prisão expedida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) contra o líder do governo no Senado, Delcídio Amaral (PT-MS), acusado de atrapalhar as investigações da Operação Lava Jato. Otto disse em entrevista ao jornal Tribuna da Bahia o Senado não tinha como revogar a decisão da Corte e, com isso, "a Casa ficou mais forte com a decisão que tomou".

Otto ainda faz contraponto com a situação da Câmara, cujo presidente, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é acusado (com provas) de ter dinheiro de forma ilegal na Suíça.

"O Senado não está fazendo como a Câmara Federal, que posterga a decisão de um presidente, que tem provas contundentes contra ele, como é o caso de Eduardo Cunha, e a situação se arrasta por muito tempo. Uma crise crônica sem precedentes que, de alguma forma, deslustra muito a imagem da Câmara".

Para Otto, com a prisão de Delcídio, a primeira na história do País desde a Constituição de 1988, a crise política é agravada. "Já existia uma crise política grande e agora se ampliou e ficou mais aguda. O que vai acontecer é imprevisível. O Palácio do Planalto deve estar tenso com o que vai acontecer depois dessa prisão, até porque, o próprio partido do senador o abandonou e não prestou nenhuma solidariedade".

O parlamentar afirma ainda que "a posição do PT pegou todos de surpresa". "Quando chegou no plenário a nota do PT, chegou também a condenação dele".

O PT orientou a bancada a derrubar a decisão do STF. Mas, dos 11 senadores petistas que registraram voto pela derrubada da prisão do senador Delcídio Amaral, apenas nove acataram a orientação. Entre os que votaram contra a decisão partidária estava o senador baiano Walter Pinheiro.

Ontem, o PT retirou Pinheiro da Comissão de Orçamento do Senado, alegando que precisa de alguém 'de confiança'.

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