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Padilha: 2016 acirra disputa entre PT e PMDB

O ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha (PMDB), disse nesta terça-feria, 16, que as eleições municipais de 2016 acirram o embate entre o PT e o PMDB; "Estamos nos aproximando de uma eleição municipal em que este espaço vem sendo disputado desde já", afirmou; "Todos os partidos querem ter a hegemonia. Qual dos partidos que não buscam ter o poder total?", acrescentou; ministro voltou a afirmar que o PMDB terá candidato próprio a presidente em 2018 e que a questão terá que ser tratada de forma "transparente" com o PT, no momento oportuno

O ministro Secretaria da Aviação Civil, Eliseu Padilha, participa de audiência sobre os planos e programas da secretaria para 2015. Ao lado o presidente da Anac, Marcelo Guaranys (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil) (Foto: Aquiles Lins)

247 - O ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, disse nesta terça-feria, 16, que o PMDB terá candidato próprio em 2018 e classificou de "natural" os embates entre PT e PMDB. 

"É natural, num processo político, a disputa por um espaço político local. E estamos nos aproximando de uma eleição municipal em que este espaço vem sendo disputado desde já. Então, a disputa, no meu caso a disputa que o PT tem com o PMDB no Rio Grande do Sul, não tem nada a ver com a convivência que nós temos aqui em Brasília. Sinceramente, acho que é do processo e não só com o PMDB, com os demais partidos também. Todos os partidos querem ter a hegemonia. Qual dos partidos que não buscam ter o poder total?", disse Padilha.

O ministro lembrou que o próprio Temer, que é presidente nacional do PMDB, já declarou em entrevistas que o partido deverá ter um projeto próprio em 2018.

"O presidente Michel Temer é vice-presidente da República, mas isso não nos impede de dar o andamento daquilo que o presidente Michel declarou em entrevista: que nós, em 2018, teremos um projeto próprio de poder. Orientado pela palavra do presidente Michel Temer, somos garantidores da governabilidade, nós somos governo, porque ele é o vice-presidente da República, mas não vamos, de nenhuma forma, trair os nosso compromissos", disse Padilha.

Para ele, a questão terá que ser tratada de forma "transparente" com o PT, no momento oportuno.