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Pádua garante que Elenil não terá legenda no PMDB

Faltando dois dias para o fim do prazo de registro de candidaturas, o ex-vereador de Araguaína Elenil da Penha (D) corre o risco de não ter legenda do PMDB para disputar uma vaga na Assembleia; representante do PMDB no TRE, Antônio Pádua foi categórico ao afirmar que Elenil integrava a chapa que perdeu na convenção do PMDB; "Todos que estavam na chapa PMDB Forte e não mudaram de chapa em tempo estatutário, não tiveram legenda. Não foi só ele que ficou, foram quatro ou cinco candidatos. Não tem o que fazer no caso dele", disse; houve troca de farpas; eleição só esquenta

Faltando dois dias para o fim do prazo de registro de candidaturas, o ex-vereador de Araguaína Elenil da Penha (D) corre o risco de não ter legenda do PMDB para disputar uma vaga na Assembleia; representante do PMDB no TRE, Antônio Pádua foi categórico ao afirmar que Elenil integrava a chapa que perdeu na convenção do PMDB; "Todos que estavam na chapa PMDB Forte e não mudaram de chapa em tempo estatutário, não tiveram legenda. Não foi só ele que ficou, foram quatro ou cinco candidatos. Não tem o que fazer no caso dele", disse; houve troca de farpas; eleição só esquenta (Foto: Aquiles Lins)

Tocantins 247 – A disputa interna que agita o PMDB tocantinense agora diz respeito à candidatura do ex-vereador de Araguaína e suplente de deputado Elenil da Penha.

Elenil integrou a chapa “PMDB Forte”, que tinha Júnior Coimbra como candidato a governador, na convenção feita pela Comissão Interventora no dia 28 de junho. A chapa perdeu para os “Autênticos”, que têm Marcelo Miranda como candidato a governador e Kátia Abreu para o Senado.

Segundo o representante do PMDB e da coligação no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), Antônio Pádua, a ata da convenção com os nomes dos candidatos do partido foi lavrada e registrada em cartório e não foi incluído o nome de Elenil da Penha, nem os do deputado Júnior Coimbra e do deputado José Augusto Pugliesi.

"Todos que estavam na chapa PMDB Forte e não mudaram de chapa em tempo estatutário, não tiveram legenda. Não foi só ele que ficou, foram quatro ou cinco candidatos. Não tem o que fazer no caso dele. Se quiserem dar legenda para ele, terão que me tirar como representante da coligação", avisou Pádua ao Tocantins 247, demonstrando irritação em falar sobre o assunto. Segundo ele, o ex-governador Carlos Gaguim obteve legenda porque mudou se chapa durante a convenção.

Elenil da Penha chegou a conversar com Marcelo Miranda sobre a questão e obteve dele a garantia de que teria legenda para disputar a eleição.

Ao Tocantins 247, o ex-vereador de Araguaína criticou a postura de Antônio Pádua. “É a mesma pessoa que demitia sorrindo os companheiros de Marcelo Miranda e do governador Moisés Avelino no governo Gaguim. Não tenho nada pessoal contra ele. Mas ele adora perseguir, ele deve ter algum prazer em fazer isso. Eu tenho prazer em fazer o bem”, disparou Elenil, acrescentando que quem decidirá sobre a polêmica será a Comissão Interventora, presidida pelo senador Waldemir Moka, do Mato Grosso do Sul.

Pádua, que foi chefe de gabinete do governador Carlos Gaguim entre 2009 e 2010, reagiu às declarações de Elenil. “Só quero respeito sobre o cidadão e pai de família que sou, assim como sempre o respeitei. Nunca o destratei. Pelo contrário, só o ajudei no governo de Gaguim. Sempre estive do mesmo lado”, afirmou.