Para Campos, o ano de 2013 "não será exitoso"

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), afirmou que o ano de 2013 “não será exitoso” para a economia brasileira Apesar da declaração, Campos evitou criticar diretamente o governo da presidente Dilma Rousseff (PT), do qual o PSB permanece como integrante da base aliada. Sobre 2014, o governador, que também almeja disputar a Presidência da República, disse que "O quadro ainda está em mutação. Pode acontecer muita coisa"; para ele, os protestos registrados no País estão pautando o pleito eleitoral do próximo ano

SÃO PAULO,SP,22.08.2013:EDUARDO CAMPOS/SECOVI - O governador de Pernambuco, Eduardo Campos participa de almoço com empresários na sede do Secovi SP, o maior sindicato do mercado imobiliário da América Latina, em São Paulo (SP), nesta quinta-feira (22). Ca
SÃO PAULO,SP,22.08.2013:EDUARDO CAMPOS/SECOVI - O governador de Pernambuco, Eduardo Campos participa de almoço com empresários na sede do Secovi SP, o maior sindicato do mercado imobiliário da América Latina, em São Paulo (SP), nesta quinta-feira (22). Ca (Foto: Paulo Emílio)
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PE247- O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), afirmou que o ano de 2013 “não será exitoso” para a economia brasileira. A avaliação foi feita em um debate, realizado nesta quinta-feira (22), promovido pelo Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de São Paulo (Secovi-PE), na capital paulista. Apesar da declaração, Campos evitou criticar diretamente o governo da presidente Dilma Rousseff (PT), do qual o PSB permanece como integrante da base aliada. Sobre 2014, Campos, que também almeja disputar a Presidência da República, disse que "o quadro ainda está em mutação. Pode acontecer muita coisa". Para ele, as manifestações e protestos registrados no País estão pautando o pleito eleitoral do próximo ano.

Campos observou que é preciso avaliar com cuidado a situação atual antes de partir para o debate eleitoral. "Minha preocupação vai além dos nomes e partidos e como eles vão se posicionar. Qual o País que vai estar em disputa em 2014? Se nós não cuidarmos de ajudar será um País mais debilitado do que nós merecemos", ressaltou.

Sobre a possibilidade de lançar-se na disputa presidencial, Campos reafirmou o mantra de que o PSB ainda não tomou uma posição sobre o assunto. "Sobre 2014 vamos decidir em 2014, com debate democrático dentro do partido, com as outras forças políticas com quem temos identidade e relação e tomar a decisão na hora certa", disse. "O debate do que o PSB vai fazer, como ele vai fazer e com quem ele vai fazer não vamos ter resposta aqui agora, como ninguém tem. Até porque os que achavam que tinham tudo nem sabem se tem mesmo", complementou referindo-se aos partidos da base governista que estão se insurgindo contra a presidente Dilma e o PT.  

Sobre a sua relação com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a possibilidade de encontra-se com ele durante sua passagem pela capital paulista, Campos disse que "não é novidade" o fato de conversar com uma certa frequência com o líder petista. "Tenho uma relação ele , fraterna, de muitos anos. Eu conheço o Lula desde 1979 quando nós recebemos ele na minha casa para a chegada do meu avô do exílio", ressaltou. Apesar de dizer que o último contato com Lula foi mantido “alguns dias atrás”, o governador negou que se encontraria com o ex-presidente nesta quinta-feira.

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