Para Collor, 'saída da crise passa pela via política'

Durante reunião da Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal, o senador Fernando Collor (PTC/AL) classificou como grave a evolução da crise política e institucional que o país enfrenta há quase uma semana; para ele, apesar das medidas heterodoxas que entidades de classe e partidos defendem diante da turbulência, o caminho para saída passa pela via política

Durante reunião da Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal, o senador Fernando Collor (PTC/AL) classificou como grave a evolução da crise política e institucional que o país enfrenta há quase uma semana; para ele, apesar das medidas heterodoxas que entidades de classe e partidos defendem diante da turbulência, o caminho para saída passa pela via política
Durante reunião da Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal, o senador Fernando Collor (PTC/AL) classificou como grave a evolução da crise política e institucional que o país enfrenta há quase uma semana; para ele, apesar das medidas heterodoxas que entidades de classe e partidos defendem diante da turbulência, o caminho para saída passa pela via política (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - O presidente da Comissão de Relações Exteriores do Senado Federal, Fernando Collor (PTC/AL) classificou, nesta segunda-feira (23), como grave a evolução da crise política e institucional que o país enfrenta há quase uma semana. O parlamentar apontou que, apesar das medidas heterodoxas que entidades de classe e partidos defendem diante da turbulência, o caminho para saída passa pela via política. Na sessão da comissão que debateu "o protecionismo e o livre comércio entre os países", Collor defendeu também que não há motivos para temer a globalização e que a reposta para se adaptar ao novo cenário mundial é possível com mais educação.

De acordo com Collor, o quadro que o Brasil assiste hoje é o de preocupação em virtude da gravidade dos fatos colocados. No entanto, segundo o senador, é importante que neste cenário mantenha-se o equilíbrio e que  medidas consideradas heterodoxas não vão resolver do dia para noite os problemas de toda a nação. Ele ressaltou que, mesmo que algumas situações apontem para acusações contundentes, tudo ainda é passível de apuração e, por ora, são apenas evidências. 

"É preciso que haja a devida apuração de todos os fatos. Vamos aguardar no seu tempo, já que as instituições, que são fortes e estão funcionando, realizam os seus trabalhos. Acredito que não é o momento para organizações respeitadas tomarem medidas tão rápidas, exigindo aquela ou essa saída para a crise. Não é assim que se ajuda o Brasil. À classe política é destinada uma função primordial em situações como esta. Qualquer solução sai neste caso pela via política das Casas", expôs. 

Collor lembrou que o Congresso é formado por integrantes escolhidos pelo povo e que, por isso, cabe à classe política encontrar soluções para que o Brasil possa sair dessa turbulência na qual se encontra atualmente. O ex-presidente projetou, ainda, que o resultado de toda a situação atual pode resultar em uma grande reforma política, atendendo, assim, ao desejo da população de viver uma nova realidade.  

"A nossa nação é muito maior do que essa crise. O povo saberá compreender os caminhos necessários e devidos que se encontram na nossa Constituição Federal. Há pouco, tivemos uma crise e estamos nos recuperando dela. Agora, temos outra crise. Talvez seja a hora de realizar uma profunda reforma política, dando ao brasileiro uma satisfação, um caminho de esperança e atendimento das melhores expectativas que o tanto povo espera e deseja", reforçou Collor. 

Com gazetaweb.com e assessoria

Conheça a TV 247

Mais de Geral

Ao vivo na TV 247 Youtube 247