Para Eduardo, Bezerra deve ir ao Congresso

Governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB entende que o correligionrio deve fazer esse gesto poltico, uma vez que quem no deve no teme. Para uma sabatina de Bezerra no Congresso, seria necessria uma convocao extraordinria do parlamento, que est de recesso.

Para Eduardo, Bezerra deve ir ao Congresso
Para Eduardo, Bezerra deve ir ao Congresso (Foto: Andréa Rêgo Barros/247 e Valter Campanato/ABr)
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PE247 – Apesar de vários setores do Governo Federal se mostrarem contrários à possibilidade de o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho (PSB), ir ao Congresso Nacional para explicar o bombardeio de denúncias que têm recaído sobre ele, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), entende que o correligionário deve fazer esse “gesto político”. Presidente nacional do PSB, o gestor aposta que essa atitude pode “equilibrar” a situação do ministro, alvejado diariamente.“É um gesto político. Quem não deve não teme”, afirmou Eduardo ao Jornal do Commercio.

A confiança do governador de Pernambuco se explicaria pelo apoio que o ministro Fernando Bezerra Coelho recebeu, na última segunda-feira, da presidente Dilma Rousseff (PT), após reunião da chefe do Executivo com os auxiliares que estão tratando do enfretamento aos impactos das chuvas em Estados como Minas Gerais. De acordo com Eduardo Campos, logo após o encontro com Dilma, Bezerra o ligou para informar que fora lhe conferido todo o apoio por parte da presidente.

No entanto, lideranças como o senador Humberto Costa (PT), que comanda a bancada petista na Casa Alta, afirmam que não há necessidade da presença de Fernando Bezerra Coelho no Congresso Nacional. Costa entende que o fato de que seria necessária uma convocação extraordinária do parlamento, que está de recesso, para uma sabatina ao ministro só aumentaria o conteúdo político dos questionamentos que já são feitos hoje ao socialista.

O ministro Fernando Bezerra Coelho iniciou seu calvário após denúncias de favorecimento político a Pernambuco, que recebeu, em 2011, a maior parte dos recursos do Ministério da Integração Nacional no que diz respeito às ações antienchentes. De lá para cá, o socialista vive um momento, digamos, de “devassa” de sua vida política.

 

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