Para Jarbas, Dilma deixará o governo até maio

Deputado federal Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), um dos mais ferrenhos opositores ao governo da presidente Dilma Rousseff e que também defende o afastamento da legenda da base governista, disse não ter dúvidas de que o partido anunciará a sua debandada na próxima semana, após a reunião do diretório nacional, e que a presidente Dilma não resistirá ao impeachment; "Até 10 dias atrás a situação não estava definida. Agora está: Dilma deve sair agora no mês de abril, no máximo no começo de maio", disse; segundo ele, caso o processo de afastamento da presidente passe na Câmara, "o Senado não segura. O processo chega com muita força, o país está pegando fogo, está no abismo", afirmou

Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária. À bancada, senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE). Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária. À bancada, senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE). Foto: Geraldo Magela/Agência Senado (Foto: Paulo Emílio)

247 - O deputado federal Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), um dos mais ferrenhos opositores ao governo da presidente Dilma Rousseff e que também defende o afastamento da legenda da base governista, disse que não há dúvidas de que o partido anunciará a sua saída do governo na próxima semana e que a presidente Dilma não resistirá ao impeachment.

"Até 10 dias atrás a situação não estava definida. Agora está: Dilma deve sair agora no mês de abril, no máximo no começo de maio", disse o peemedebista em entrevista à Rádio Jornal do Commercio. Segundo ele, a situação ficou ainda pior com a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a Casa Civil e a divulgação dos diálogos dentre Dilma e Lula interceptados por um grampo telefônico durante a Operação Lava Jato.

Para Jarbas, "as únicas pessoas quer falam em golpe são a Dilma e o PCdoB. O Supremo definiu o rito do impeachment, não é uma criação da oposição". Segundo ele, caso o processo de afastamento da presidente passe na Câmara, "o Senado não segura. O processo chega com muita força, o país está pegando fogo, está no abismo", disse.

 

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