Para líder do PT, governo Temer se equilibra num pé só

Líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), vê como difícil a possibilidade do governo de Michel Temer (PMDB) conseguir durar até 2018. Para Humberto, o fato de Temer não ter a legitimidade das urnas somado à "incompetência" de sua equipe econômica, além dos seguidos escândalos da gestão peemedebista, ameaçam a sua permanência no cargo; "O que a gente vê é um governo que está se equilibrando em um pé só", disparou

Líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), vê como difícil a possibilidade do governo de Michel Temer (PMDB) conseguir durar até 2018. Para Humberto, o fato de Temer não ter a legitimidade das urnas somado à "incompetência" de sua equipe econômica, além dos seguidos escândalos da gestão peemedebista, ameaçam a sua permanência no cargo; "O que a gente vê é um governo que está se equilibrando em um pé só", disparou
Líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), vê como difícil a possibilidade do governo de Michel Temer (PMDB) conseguir durar até 2018. Para Humberto, o fato de Temer não ter a legitimidade das urnas somado à "incompetência" de sua equipe econômica, além dos seguidos escândalos da gestão peemedebista, ameaçam a sua permanência no cargo; "O que a gente vê é um governo que está se equilibrando em um pé só", disparou (Foto: Paulo Emílio)

247 - O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), vê como difícil a possibilidade do governo de Michel Temer (PMDB) conseguir durar até 2018. Para Humberto, o fato de Temer não ter a legitimidade das urnas somado à "incompetência" de sua equipe econômica, além dos seguidos escândalos da gestão peemedebista, ameaçam a sua permanência no cargo.

"O que a gente vê é um governo que está se equilibrando em um pé só. Temer entrou na presidência num golpe montado nos corredores do Congresso Nacional e montou um projeto conservador que penaliza a população mais carente, que quer tirar do trabalhador conquistas históricas. Um projeto que nunca seria aprovado se fossem consultadas as urnas. É um governo ilegítimo que, desde que se desenhou, estava fadado a fracassar", afirmou. Para Humberto, o PT precisa fazer uma avaliação e ampliar o diálogo com a sociedade.

Ele também disse que o PT ´precisa fazer uma autocrítica.  "Precisamos fazer uma autocritica e apresentar um conjunto de propostas para evitar que novos erros sejam cometidos. Mas também precisamos reafirmar os nossos acertos e repensar a estratégia. É importante lembrar que nenhum partido na história política deste país sofreu perseguição tão grande. E acredito que, se a gente souber solucionar essa equação, teremos um caminho positivo pela frente. O nosso espaço não foi ocupado por ninguém. Pelo contrário, o que a gente vê é uma reação negativa a todos os partidos. Por outro lado, o PT continua para muitos sendo referência", avaliou o senador. 

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