Paulão pede que STF e CNJ avaliem juíza que prendeu homem no Rio

O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM), deputado Paulão (PT-AL), encaminhou ofício requisitando à presidenta do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), Carmen Lúcia, para apurar denúncias de abuso de autoridade da juíza Yedda Christina Ching-san Filizzola, do Plantão Judiciário do Tribunal de Justiça do Rio; magistrada foi denunciada de ter dado ordem de prisão a um cidadão que estava na calçada do prédio do Fórum

O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM), deputado Paulão (PT-AL), encaminhou ofício requisitando à presidenta do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), Carmen Lúcia, para apurar denúncias de abuso de autoridade da juíza Yedda Christina Ching-san Filizzola, do Plantão Judiciário do Tribunal de Justiça do Rio; magistrada foi denunciada de ter dado ordem de prisão a um cidadão que estava na calçada do prédio do Fórum
O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDHM), deputado Paulão (PT-AL), encaminhou ofício requisitando à presidenta do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), Carmen Lúcia, para apurar denúncias de abuso de autoridade da juíza Yedda Christina Ching-san Filizzola, do Plantão Judiciário do Tribunal de Justiça do Rio; magistrada foi denunciada de ter dado ordem de prisão a um cidadão que estava na calçada do prédio do Fórum (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - O presidente da CDHM, deputado Paulão (PT-AL), enviou um ofício requisitando à presidenta do Conselho Nacional de Justiça e do Supremo Tribunal Federal, Carmen Lúcia, para apurar denúncias de abuso de autoridade da juíza Yedda Christina Ching-san Filizzola, do Plantão Judiciário do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

De acordo com as denúncias, registradas em vídeo, a juíza Yedda Christina Ching-san Filizzola teria dado voz de prisão a um cidadão que estava na calçada do prédio do Fórum, no Centro do Rio.

Segundo a juíza, o perímetro do Fórum seria considerado área de segurança. O homem, que é negro e pobre, queria ajuda financeira para comprar uma passagem para São Paulo, motivo pelo qual teria ido ao prédio da Defensoria Pública tentar apoio. Sem conseguir, ficou desorientado andando pela calçada e acabou sendo preso. A juíza ainda notificou a Defensoria, proibindo a publicação do vídeo que registrava sua atitude.

O deputado Paulão abriu procedimento para acompanhar a denúncia e solicita, enquanto presidente da CDHM, "que sejam adotadas providências no sentido de apurar as denúncias e, se for o caso, punir os culpados. Solicitamos, ainda, que esta Comissão seja informada acerca das medidas tomadas", afirma o parlamentar alagoano no ofício enviado à presidenta do CNJ.
Com assessoria

Alagoas 247 - O presidente da CDHM, deputado Paulão (PT-AL), enviou um ofício requisitando à presidenta do Conselho Nacional de Justiça e do Supremo Tribunal Federal, Carmen Lúcia, para apurar denúncias de abuso de autoridade da juíza Yedda Christina Ching-san Filizzola, do Plantão Judiciário do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

 

De acordo com as denúncias, registradas em vídeo, a juíza Yedda Christina Ching-san Filizzola teria dado voz de prisão a um cidadão que estava na calçada do prédio do Fórum, no Centro do Rio.

 

Segundo a juíza, o perímetro do Fórum seria considerado área de segurança. O homem, que é negro e pobre, queria ajuda financeira para comprar uma passagem para São Paulo, motivo pelo qual teria ido ao prédio da Defensoria Pública tentar apoio. Sem conseguir, ficou desorientado andando pela calçada e acabou sendo preso. A juíza ainda notificou a Defensoria, proibindo a publicação do vídeo que registrava sua atitude.

 

O deputado Paulão abriu procedimento para acompanhar a denúncia e solicita, enquanto presidente da CDHM, “que sejam adotadas providências no sentido de apurar as denúncias e, se for o caso, punir os culpados. Solicitamos, ainda, que esta Comissão seja informada acerca das medidas tomadas”, afirma o parlamentar alagoano no ofício enviado à presidenta do CNJ.

Com assessoria

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