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Paulinho defende golpe 'dentro da legalidade'

Deputado Paulinho da Força, presidente do Solidariedade, diz que a ‘presidente Dilma colocou o país à disposição do maior saqueamento das finanças públicas, “nunca antes visto neste país”, por meio da incompetência e da corrupção’; “É por essas e pela total falta de apoio da população que Dilma deve deixar o cargo executivo de presidente da República”; afirma, no entanto, “é fundamental destacarmos que a saída da presidente Dilma Rousseff precisa ser forjada dentro da estrita legalidade constitucional, tanto do ponto de vista jurídico como político. O Brasil ainda amarga incalculáveis prejuízos oriundos do período de ditadura militar, dos quais a falta de crítica informação e participação política da nossa população talvez sejam a herança mais grave”

Deputado Paulinho da Força, presidente do Solidariedade, diz que a ‘presidente Dilma colocou o país à disposição do maior saqueamento das finanças públicas, “nunca antes visto neste país”, por meio da incompetência e da corrupção’; “É por essas e pela total falta de apoio da população que Dilma deve deixar o cargo executivo de presidente da República”; afirma, no entanto, “é fundamental destacarmos que a saída da presidente Dilma Rousseff precisa ser forjada dentro da estrita legalidade constitucional, tanto do ponto de vista jurídico como político. O Brasil ainda amarga incalculáveis prejuízos oriundos do período de ditadura militar, dos quais a falta de crítica informação e participação política da nossa população talvez sejam a herança mais grave” (Foto: Roberta Namour)

247 – O deputado Paulo Pereira da Silva, Paulinho da Força, presidente do Solidariedade, saiu novamente em defesa do golpe contra o governo Dilma Rousseff.

Em artigo, ele diz que a presidente ‘colocou o país à disposição do maior saqueamento das finanças públicas, “nunca antes visto neste país”, por meio da incompetência e da corrupção. É por essas e pela total falta de apoio da população (71% de rejeição, segundo as últimas pesquisas, a pior avaliação já vista na história da República) que Dilma deve deixar o cargo executivo de presidente da República’.

Segundo ele, ‘essa é a resposta certa que todos nós devemos dar ao “enigma”, para que a esperança e o nosso futuro não sejam devorados pela “esfinge”’.

No entanto, afirma que o afastamento da presidente eleita “precisa ser forjada dentro da estrita legalidade constitucional, tanto do ponto de vista jurídico como político. O Brasil ainda amarga incalculáveis prejuízos oriundos do período de ditadura militar, dos quais a falta de crítica, informação e participação política da nossa população talvez sejam a herança mais grave” (leia mais).