Paulo Bernardo deixa apartamento em Brasília e segue para São Paulo

Ex-ministro do Planejamento, alvo da Operação Custo Brasil nesta quinta-feira 23, deixou perto das 12h, em um carro descaracterizado da Polícia Federal, o apartamento onde estava desde o início da manhã, em Brasília; Paulo Bernardo deve seguir para São Paulo em um avião da PF; o ex-ministro foi preso preventivamente

Ex-ministro do Planejamento, alvo da Operação Custo Brasil nesta quinta-feira 23, deixou perto das 12h, em um carro descaracterizado da Polícia Federal, o apartamento onde estava desde o início da manhã, em Brasília; Paulo Bernardo deve seguir para São Paulo em um avião da PF; o ex-ministro foi preso preventivamente
Ex-ministro do Planejamento, alvo da Operação Custo Brasil nesta quinta-feira 23, deixou perto das 12h, em um carro descaracterizado da Polícia Federal, o apartamento onde estava desde o início da manhã, em Brasília; Paulo Bernardo deve seguir para São Paulo em um avião da PF; o ex-ministro foi preso preventivamente (Foto: Gisele Federicce)

Yara Aquino - Repórter da Agência Brasil

O ex-ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, deixou perto das 12h de hoje (23), em um carro descaracterizado da Polícia Federal (PF), o apartamento onde estava desde o início da manhã, em Brasília. Paulo Bernardo deve seguir para São Paulo em um avião da PF. O ex-ministro foi preso preventivamente durante a Operação Custo Brasil da Polícia Federal, um desmembramento da Operação lava Jato.

Em frente ao prédio na parte sul da capital Federal, onde fica o apartamento funcional cedido a senadora Gleice Hoffmann (PT-PR), esposa de Bernardo, foi grande a aglomeração da imprensa até a saída do ex-ministro. A movimentação atraiu curiosos que, ao passar pelo local, paravam para se inteirar do motivo da movimentação. Antes da saída do ex-ministro, agentes da PF deixaram o prédio com uma caixa.

De acordo com a Polícia Federal, o ex-ministro é investigado em um esquema de pagamento de propina para diversos funcionários públicos e agentes políticos do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, entre os anos de 2010 e 2015.

O advogado do ex-ministro, Rodrigo Mudrovitsch, disse não ver motivo para que seu cliente fosse preso. "A prisão não se justifica. O meu cliente não ocupa mais nenhuma função e sempre se colocou à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos."

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