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Paulo Pimenta: PT está com Dilma e impeachment não prospera

Deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) afasta boatos, garante que o partido está unido pelo ajuste fiscal proposto pela presidente Dilma Rousseff e nega que a petista esteja sem apoio do próprio PT; "Em todas as reuniões dessa semana se viu o contrário, uma unidade muito grande da Câmara em apoio ao ajuste"; parlamentar afirma que proposta de impeachment vai fracassar; "Uma coisa é você ter críticas ao governo, outra coisa é você rasgar a Constituição e aderir a uma tentativa de golpe. Eu acho que essa proposta não prospera"

Deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) afasta boatos, garante que o partido está unido pelo ajuste fiscal proposto pela presidente Dilma Rousseff e nega que a petista esteja sem apoio do próprio PT; "Em todas as reuniões dessa semana se viu o contrário, uma unidade muito grande da Câmara em apoio ao ajuste"; parlamentar afirma que proposta de impeachment vai fracassar; "Uma coisa é você ter críticas ao governo, outra coisa é você rasgar a Constituição e aderir a uma tentativa de golpe. Eu acho que essa proposta não prospera" (Foto: José Barbacena)

247 - O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) procurou afastar os boatos sobre o isolamento da presidente Dilma Rousseff. Segundo ele, o partido está unido pelo ajuste fiscal proposto pela presidente Dilma Rousseff, além de afirmar que a petisa conta com o apoio da legenda."Eu não acredito nisso, em todas as reuniões dessa semana se viu o contrário, uma unidade muito grande da Câmara em apoio ao ajuste. É natural querer melhorar as propostas, mas isso não invalida o apoio geral ao projeto, a qualidade do ajuste, compreendido como uma travessia do momento macroeconômico que nós estamos atravessando", destacou o deputado, que é líder do governo na Comissão de Orçamento do Congresso Nacional e presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias.

O parlamentar gaúcho acredita que as movimentações da oposição em torno do impeachment vão fracassar. "Uma coisa é você ter críticas ao governo, outra coisa é você rasgar a Constituição e aderir a uma tentativa de golpe", disse ao Jornal do Brasil. 

"Eu acho que essa proposta não prospera. Acho que nem no Congresso nem na sociedade existe uma possibilidade de que uma ruptura, que do nosso ponto de vista se constitui num golpe contra a democracia, possa prosperar".