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PDT pode fazer palanque para Eduardo na Bahia

Presidente do partido no Estado, Alexandre Brust diz que "tendência" é apoiar Dilma, mas não descarta outro "projeto" se a sigla não for contemplada na chapa majoritária para o governo da Bahia, da qual o PT não abre mão de ser cabeça; "Se compusermos a chapa, evidente que vamos ficar com a Dilma. Senão, vamos examinar melhor"; se o PT não puser ordem na casa, a beneficiada pode ser a senadora e pré-candidata Lídice da Mata, do PSB de Eduardo Campos; o pré-candidato pedetista, Marcelo Nilo, é mais radical; "Se por acaso eu não entrar na chapa aí nós do partido vamos sentar para avaliarmos"

Presidente do partido no Estado, Alexandre Brust diz que "tendência" é apoiar Dilma, mas não descarta outro "projeto" se a sigla não for contemplada na chapa majoritária para o governo da Bahia, da qual o PT não abre mão de ser cabeça; "Se compusermos a chapa, evidente que vamos ficar com a Dilma. Senão, vamos examinar melhor"; se o PT não puser ordem na casa, a beneficiada pode ser a senadora e pré-candidata Lídice da Mata, do PSB de Eduardo Campos; o pré-candidato pedetista, Marcelo Nilo, é mais radical; "Se por acaso eu não entrar na chapa aí nós do partido vamos sentar para avaliarmos" (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Além de partidos como PP e PR, o PT tem desafio para agradar também o PDT, outra legenda grande na base de sustentação ao governo da presidente Dilma Rousseff no Congresso. Estados como a Bahia, onde o partido tem representação forte, há risco de a chefe da nação ficar sem seu apoio para a disputa de 2014.

Depois de o presidente nacional do PDT, ex-ministro Carlos Lupi, admitir possibilidade de apoiar candidatura 'alternativa' á de Dilma, leia-se Eduardo Campos, do PSB, na Bahia, a chance de o partido embarcar no projeto a ser liderado pela senadora Lídice da Mata, também do PSB, é vista com carinho.

O presidente do PDT na Bahia, Alexandre Brust, diz que a "tendência" é de apoiar Dilma, mas não descarta apoiar outro "projeto" se o partido não for contemplado na chapa majoritária da qual o PT não abre mão de ser cabeça.

"Se compusermos a chapa, evidente que vamos ficar com a Dilma. Senão, vamos examinar melhor". O PDT briga para que o governador Jaques Wagner aceite a candidatura do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marcelo Nilo, como cabeça da chapa. Ou, no mínimo, a vaga para o Senado.

"O PDT é um partido independente. Após ouvir os diretórios, deputados e senadores pode tomar a posição que quiser", diz o deputado federal Félix Mendonça Junior, que está prestes a assumir o comando do partido na Bahia.

"Se por acaso eu não entrar na chapa aí nós do partido vamos sentar para avaliarmos", diz Marcelo Nilo em matéria do jornal Tribuna da Bahia. E para complicar ainda mais a vida de Jaques Wagner, Nilo diz ainda que só almeja a vaga para governador. "Eu quero ser governador, não vice e Senado".