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PDVSA quer pagar sociedade com óleo cru

Após a Petrobras ter dado um utimato para que a Petróleo de Venezuela S.A (PDVSA) pagasse a primeira parcela referente à sua participação na Refinaria Abreu e Lima (Rnest), em Suape, a estatal Venezuela propôs pagar a sua parte na sociedade com o fornecimento de 70 mil barris diários de óleo cru; proposta foi rejeitada pela Petrobras que prefere receber o débito em dinheiro; decisão final passará pelo Palácio do Planalto

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PE247 – Após a Petrobras ter dado um prazo para que a Petróleo de Venezuela S.A (PDVSA) pagasse a primeira parcela referente à sua participação na Refinaria Abreu e Lima (Rnest), no Complexo Industrial Portuário de Suape, a estatal Venezuela propôs entregar óleo cru ao invés de pagar em dinheiro. A Petrobras não está disposta a aceitar as condições da estatal venezuelana, mas a decisão final deverá ser do Palácio do Planalto. O empreendimento esteve orçado inicialmente em US$ 2,3 bilhões, agora deverá custar US$ 17,1 bilhões. Este valor deverá ser elevado novamente, chegando a US$ 20 bilhões, em função da Petrobras já ter reservado outros US 3 bilhões para serem empregados na Rnest. A primeira fase da obra deve ser concluída apenas em novembro de 2014, após quatro anos de atraso.

Desde o início do projeto, sete anos atrás, a Petrobras aguarda uma definição da PDVSA sobre a sua participação na sociedade da Rnest. A ideia era a deque a estatal venezuelana ficasse responsável por 40% do empreendimento e a brasileira com os outros 60%. Diante da pressão exercida pela Petrobras, que nesta semana definiu o dia 28 de fevereiro como a data limite para que a PDVSA pague US$ 1,5 bilhão referente a sua participação, a estatal venezuelana propôs fornecer ao Brasil 70 mil barris diários de óleo cru em troca do valor devido.

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A Rnest teve os custos aumentados em função do cancelamento de licitações, dificuldades na contratação de mão de obra e greves dos trabalhadores, além de terreno inadequado. Além disso, a PDVSA não apresentou garantias ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) quanto a sua participação no empreendimento. Apesar das dificuldades, a presidente da Petrobrás, Maria das Graças Foster, disse que as negociações com a estatal venezuelana avançaram. “Temos todo o interesse em ter a PDVSA como sócia para que ela compartilhe o custo (do investimento) e o bônus do resultado”, afirmou durante a divulgação do balanço do projeto no começo deste mês.
            

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