PE é o terceiro em investimentos em Saúde

Um ranking divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou que Pernambuco foi o terceiro Estado que mais investiu em saúde ao longo de 2013, atrás apenas de Tocantins e de Minas Gerais; a informação cairá como uma luva para a campanha presidencial do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), que tem na saúde uma das suas principais bandeiras eleitorais; de acordo com os dados, Pernambuco investiu 16,2% dos recursos no setor, enquanto Tocantins e Minas Gerais investiram, respectivamente, 16,9% e 16,3%; os menores repasses foram registrados no Paraná (9%), Mato Grosso do Sul (8,7%) e no Rio de Janeiro (7,2%)

Um ranking divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou que Pernambuco foi o terceiro Estado que mais investiu em saúde ao longo de 2013, atrás apenas de Tocantins e de Minas Gerais; a informação cairá como uma luva para a campanha presidencial do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), que tem na saúde uma das suas principais bandeiras eleitorais; de acordo com os dados, Pernambuco investiu 16,2% dos recursos no setor, enquanto Tocantins e Minas Gerais investiram, respectivamente, 16,9% e 16,3%; os menores repasses foram registrados no Paraná (9%), Mato Grosso do Sul (8,7%) e no Rio de Janeiro (7,2%)
Um ranking divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou que Pernambuco foi o terceiro Estado que mais investiu em saúde ao longo de 2013, atrás apenas de Tocantins e de Minas Gerais; a informação cairá como uma luva para a campanha presidencial do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), que tem na saúde uma das suas principais bandeiras eleitorais; de acordo com os dados, Pernambuco investiu 16,2% dos recursos no setor, enquanto Tocantins e Minas Gerais investiram, respectivamente, 16,9% e 16,3%; os menores repasses foram registrados no Paraná (9%), Mato Grosso do Sul (8,7%) e no Rio de Janeiro (7,2%) (Foto: Paulo Emílio)
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Pernambuco 247 - Um ranking divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou que Pernambuco foi o terceiro Estado que mais investiu em saúde ao longo de 2013, atrás apenas de Tocantins e de Minas Gerais. A informação cairá como uma luva para a campanha presidencial do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), que tem na saúde uma das principais bandeiras eleitorais.

De acordo com os dados, que avaliaram a proporção do que foi direcionado para a saúde com relação ao orçamento total dos Estados no ano passado, Pernambuco investiu 16,2% dos recursos no setor, enquanto Tocantins e Minas Gerais investiram, respectivamente, 16,9% e 16,3%. Já as localidades que menos investiram na área foram o Paraná (9%), o Mato Grosso do Sul (8,7%) e o Rio de Janeiro (7,2%).

A posição de Pernambuco no ranking deverá ser utilizada por Campos durante a campanha eleitoral. O gestor, que durante os dois mandatos em que esteve á frente do Governo de Pernambuco, construiu três hospitais e expandiu a rede médica com a construção de 15 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), vem criticando a administração da presidente Dilma Rousseff (PT) e as políticas do Governo Federal na área de saúde. Mais recentemente, o socialista afirmou que o programa federal Mais Médicos “serve mais para fazer marketing do que para atender a população”. O Mais Médicos deverá ser um dos destaques na campanha pela reeleição de Dilma.

A situação geral da saúde no Brasil, entretanto, é crítica. Dos 27 Estados que compõem o País, 13 destinaram menos de 2% do orçamento da saúde para a atenção básica, que compreende o primeiro atendimento realizado à população. Apenas Minas Gerais e Rio Grande do Sul destinaram mais de 10% dos recursos para a atenção básica, redirecionando, respectivamente, 11,8% e 12,9% do orçamento para a área..

A pesquisa do IBGE apontou, ainda, que no ano passado 17 Estados contrataram serviços de saúde por meio de organizações sociais. Quanto a formação dos secretários de Saúde estaduais, apenas a pasta do Maranhão não possui secretário com nível superior completo. Entre os executivos, 18 possuem diplomas na área médica e 22 deles são homens.

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