Peemedebistas reclamam que partido paralisou atividades com Daniel

Não é bom o clima no PMDB goiano desde que as delações da Odebrecht atingiram o deputado federal Daniel Vilela e seu pai Maguito Vilela; Daniel é o presidente do partido em Goiás e decidiu paralisar os encontros regionais que vinha liderando pelo interior, onde divulgava sua pré-candidatura ao governo do Estado; "O partido parou. Tem de voltar a se movimentar, defender mudanças no Estado. Não podemos perder os poucos aliados que já temos", afirma o prefeito Adib Elias (Catalão). "É preciso retomar a agenda da oposição num formato que inclua todos os nossos aliados em Goiás", disse Adib

daniel vilela
daniel vilela (Foto: José Barbacena)

Goiás 247 - Não é bom o clima no PMDB goiano desde que as delações da Odebrecht atingiram o deputado federal Daniel Vilela e seu pai Maguito Vilela. Daniel é o presidente do partido em Goiás e decidiu paralisar os encontros regionais que vinha liderando pelo interior, onde divulgava sua pré-candidatura ao governo do Estado.

Peemedebistas ouvidos pela coluna Giro, de O Popular, reclama que o partido está paralisado, sem agenda para 2018. "O partido parou. Tem de voltar a se movimentar, defender mudanças no Estado. Não podemos perder os poucos aliados que já temos", afirma o prefeito Adib Elias (Catalão). "É preciso retomar a agenda da oposição num formato que inclua todos os nossos aliados em Goiás", disse Adib.

"O governo, que já conta com uma estrutura que não dispomos, tem consolidado a sua base no Estado", frisa o prefeito Ernesto Roller (Formosa), em referência à agenda do programa de investimentos Goiás na Frente.

A intenção de Daniel era retomam os encontros no final deste mês, mas veio a delação de Joesley Batista, outra bomba que atingiu o PMDB nacional. Para piorar, Daniel foi submetido a uma cirurgia de hérnia e está em repouso.

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