Pernambuco lidera com cidades pobres no G100

É o Estado com o maior número de cidades dentro da lista do g100, na qual estão contemplados os 100 municípios com mais de 80 mil habitantes e as menores rendas per capita do Brasil; elaborada pela Frente Nacional dos Prefeitos, a lista será lançada na próxima quarta-feira (26) e inclui 12 municípios pernambucanos; no Brasil, estima-se que 21,7 milhões de pessoas vivem nas cidades listadas no ranking

É o Estado com o maior número de cidades dentro da lista do g100, na qual estão contemplados os 100 municípios com mais de 80 mil habitantes e as menores rendas per capita do Brasil; elaborada pela Frente Nacional dos Prefeitos, a lista será lançada na próxima quarta-feira (26) e inclui 12 municípios pernambucanos; no Brasil, estima-se que 21,7 milhões de pessoas vivem nas cidades listadas no ranking
É o Estado com o maior número de cidades dentro da lista do g100, na qual estão contemplados os 100 municípios com mais de 80 mil habitantes e as menores rendas per capita do Brasil; elaborada pela Frente Nacional dos Prefeitos, a lista será lançada na próxima quarta-feira (26) e inclui 12 municípios pernambucanos; no Brasil, estima-se que 21,7 milhões de pessoas vivem nas cidades listadas no ranking (Foto: Leonardo Lucena)
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Pernambuco 247 - Pernambuco é o Estado com o maior número de cidades dentro da lista do g100, na qual estão contemplados os 100 municípios com mais de 80 mil habitantes e as menores rendas per capita do Brasil. Elaborada pela Frente Nacional dos Prefeitos (FNP), a lista será lançada na próxima quarta-feira (26) e inclui 12 municípios pernambucanos. No Brasil, estima-se que 21,7 milhões de pessoas vivem nas cidades listadas no ranking.

Em Pernambuco, as cidades incluídas foram São Lourenço da Mata (10º), Abreu e Lima (14º), Paulista (16º), Olinda (24º), Jaboatão dos Guararapes (39º), Igarassu (62º) e Camaragibe (73º), na Região Metropolitana; Santa Cruz do Capibaribe (18º), Vitória de Santo Antão (20º), na Zona da Mata, Caruaru (63º) e Garanhuns (57º), no Agreste, e Petrolina (87º), no Sertão.

Esses municípios são tornam mais dependentes do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), cuja arrecadação tributária, que vem principalmente do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e do Imposto de Renda (IR), foi limitada devido à redução do IPI, medida tomada pelo Governo Federal no ano passado para estimular o consumo.

Um levantamento revela que, nos municípios pernambucanos presentes na lista, ocorrem uma média de 37,8 homicídios para cada 100 mil habitantes, índice três vezes maior do que o considerado "epidêmico" para a Organização Mundial de Saúde (OMS). De acordo com o órgão, um município vive uma epidemia de homicídios quando ultrapassa uma taxa de 10 assassinatos para cada 100 mil habitantes.

Nas localidades do ranking, a porcentagem da população num estado de extrema pobreza chega a ser o dobro em comparação com os municípios cuja população é superior a 80 mil habitantes e que não se encontram na listagem. Além disso, a arrecadação de impostos das cidades do g100 representa apenas 27,4% do que as de mesmo porte em termos de população recolhem.

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