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Pernambuco vai cortar mais R$ 600 mi até o final do ano

O Governo de Pernambuco anunciou que irá ampliar os cortes no orçamento do Estado ate o final do ano. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (24), após uma reunião entre o governador Paulo Câmara (PSB) e todo o secretariado que durou mais de quatro horas; meta é que os cortes, que devem ser definidos pelos responsáveis das pastas, cheguem a R$ 600 milhões; No início deste ano, o governador já havia anunciado que a tesourada iria alcançar R$ 320 milhões; segundo o secretário da Fazenda, Márcio Stefanni, os prestadores de serviços terceirizados devem ser os mais afetados neste primeiro momento

O Governo de Pernambuco anunciou que irá ampliar os cortes no orçamento do Estado ate o final do ano. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (24), após uma reunião entre o governador Paulo Câmara (PSB) e todo o secretariado que durou mais de quatro horas; meta é que os cortes, que devem ser definidos pelos responsáveis das pastas, cheguem a R$ 600 milhões; No início deste ano, o governador já havia anunciado que a tesourada iria alcançar R$ 320 milhões; segundo o secretário da Fazenda, Márcio Stefanni, os prestadores de serviços terceirizados devem ser os mais afetados neste primeiro momento (Foto: Paulo Emílio)

Pernambuco 247 - O Governo de Pernambuco anunciou que irá ampliar os cortes no orçamento do Estado ate o final do ano. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (24), após uma reunião entre o governador Paulo Câmara (PSB) e todo o secretariado que durou mais de quatro horas. A meta é que os cortes, que devem ser definidos pelos responsáveis das pastas, cheguem a R$ 600 milhões.

No início deste ano, o governador já havia anunciado que a tesourada iria alcançar R$ 320 milhões. A economia obtida desde que o Plano de Contingenciamento foi implantado em fevereiro, porém alcançou R$ 210 milhões. Agora, com os cortes no orçamento, o ajuste da máquina pública estadual deverá sofrer uma redução total próxima de R$ 1 bilhão. Os secretários terão duas semanas para decidir quais cortes serão efetuados nos próximos meses.
"Isso significa adequar as despesas às receitas, o Estado só poderá gastar aquilo o que ele arrecada", disse o secretário da Fazenda, Márcio Stefanni. Segundo ele, no final do ano uma nova reunião do gênero deverá ser realizada de maneira a avaliar os resultados obtidos e a projeção para o exercício seguinte.
"A discussão sobre o tamanho do Estado ocorre, sim, mas vamos esperar até o final do ano, porque temos, hoje, programas em andamento e os programas são tocados pelas respectivas secretarias. Mas existe, sim, a possibilidade de uma readequação dos serviços prestados à população, mantendo sempre os mais essenciais que hoje é possível fazer", acrescentou Stefanni.
Segundo ele, as empresas terceirizadas que prestam serviços ao Estado devem ser as mais afetadas neste primeiro momento. "Quando se diminui o número de serviços há impacto, sim, nos terceirizados. Há impacto porque é uma diminuição dos serviços. A gente tem feito ajustes e isso está lá no decreto inicial, do começo do ano, e provavelmente serão feitos novos ajustes nos terceirizados", observou.