Pestana diz que petista tem ciúmes de Aécio

Deputado Marcus Pestana (PSDB-MG) rebate ataque do vice-presidente da Câmara contra o senador mineiro e líder do PSDB: "O deputado tem ciúme do Aécio. Deve ser porque ele derrotou o PT quatro vezes e se prepara para vencer outra"

Pestana diz que petista tem ciúmes de Aécio
Pestana diz que petista tem ciúmes de Aécio

247 - O deputado Marcus Pestana (PSDB-MG) rebateu o ataque do vice-presidente da Câmara, André Vargas (PT-PR), ao senador mineiro e presidente do PSDB, Aécio Neves: "O deputado tem ciúme do Aécio. Deve ser porque ele derrotou o PT quatro vezes e se prepara para vencer outra". A informação é de Vera Magalhães, do Painel, da Folha

Leia a nota da equipe do PT na Câmara sobre Aécio:

André Vargas rebate Aécio: “Os brasileiros já deram um não ao neoliberalismo do PSDB”

“Ele tenta aterrorizar, mas sofre de amnésia, já que a média anual de inflação nos dez anos do governo do PT tem sido de 6,04%, enquanto à época de FHC foi de 9,24%.”

O vice-presidente da Câmara dos Deputados, André Vargas (PT-PR), rebateu hoje (24) críticas do senador Aécio Neves (PSDB-MG) à política econômica do governo Dilma e ao projeto implementado pelo PT e aliados desde 2003. “O senador é refém de um modelo neoliberal que já foi derrotado na urnas pelo povo brasileiro nas últimas três eleições presidenciais e que nem é seguido mais até por países como os Estados Unidos, onde nasceu o Consenso de Washington”, disse Vargas.

Ele afirmou que a oposição não tem projeto e nem propostas para o País e, por isso, insiste com fórmulas como as seguidas pelo governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), que quebrou o Brasil três vezes e gerou taxas recordes de desemprego, arrocho salarial e submissão aos interesses estrangeiros.

Para André Vargas, a oposição capitaneada por pessoas como Aécio Neves precisa aprender a fazer contas e a analisar as estatísticas. “O Brasil tem gerado número recorde de empregos com carteira assinada. Só o governo Dilma já gerou quatro milhões de novos empregos, que, somados aos do governo Lula, somam cerca de 20 milhões de novas ocupações.”

Ele disse que essa realidade contrapõe-se à da Europa e do Estados Unidos, por exemplo, com taxas de desemprego altíssimas (só na Espanha é ao redor de 28%). “Desde 2008, o mundo vive a maior crise econômica dos últimos setenta anos, mas mesmo assim o Brasil atravessa esse momento com crescimento, geração de empregos e distribuição de renda”, comentou Vargas.

O vice-presidente da Câmara ironizou Aécio por fazer um diagnóstico errado da situação brasileira e ainda receitar um remédio mais errado ainda, que é o receituário neoliberal do PSDB. “A imensa maioria do povo brasileiro não tem saudade da era FHC, pois nos últimos dez anos, com o PT e aliados, o Brasil mudou profundamente e retomou a autoestima, com um projeto que combate desigualdade sociais e regionais, leva ao crescimento com distribuição de renda e dá uma nova projeção ao País no cenário internacional”.

Amnésia

O parlamentar petista ironizou também a insistência com que o senador tucano fala de inflação. “Ele tenta aterrorizar, mas sofre de amnésia, já que a média anual de inflação nos dez anos do governo do PT tem sido de 6,04%, enquanto à época de FHC foi de 9,24%.”

André Vargas observou que tanto a oposição como parte da mídia conservadora andam descolados da realidade. Ele citou pesquisa divulgada pelo Pew Research Center, com informações sobre 39 países, a qual aponta que 59% dos brasileiros dizem que a situação econômica do País é boa e 79% acreditam que ela ficará ainda melhor nos próximos 12 meses; na Europa e nos Estados Unidos, ao contrário do Brasil, pais acreditam que seus filhos terão padrão de vida pior do que têm hoje.

Otimismo

A avaliação dos brasileiros sobre a situação econômica pessoal é ainda mais positiva: 74% afirmam que ela vai bem e 88% apostam que ficará melhor nos próximos 12 meses, o percentual mais alto entre todos os países pesquisados.

André Vargas observou que um dos responsáveis pela pesquisa mostrou que a performance do Brasil desde a eclosão da crise de 2008 estimula o otimismo dos brasileiros. O resultado da pesquisa é próximo ao da China: lá, 80% dos entrevistados acredita que a situação econômica vai melhorar nos próximos 12 meses. A população dos dois países também se mostra confiante no futuro, ao comparar a vida dos filhos com a dos pais. No Brasil, 79% dos entrevistados acreditam que ela será melhor, muito próximo aos 82% da China.

Em países avançados, especialmente na Europa, o quadro é outro – 90% dos franceses veem um futuro pior para os seus filhos. Nos EUA, 62% dizem que os filhos terão uma vida pior que os pais.

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