Petrobras: ex-gerente nega recebimento de propina

"Não é verdade que o senhor Shinko pagou o dinheiro para mim. Não recebi um centavo do senhor Shinko", afirmou o ex-gerente da Refinaria Abreu e Lima Glauco Legatti, negando o depoimento do empresário Shinko Nakandakari, um dos delatores da Operação Lava Jato, que disse ter pago R$ 400 mil em propina a Legatti; à CPI da Petrobras, o ex-gerente disse ainda que nunca soube de irregularidades praticadas pelos ex-diretores da estatal Renato Duque e Paulo Roberto Costa ou pelo ex-gerente de serviços Pedro Barusco

"Não é verdade que o senhor Shinko pagou o dinheiro para mim. Não recebi um centavo do senhor Shinko", afirmou o ex-gerente da Refinaria Abreu e Lima Glauco Legatti, negando o depoimento do empresário Shinko Nakandakari, um dos delatores da Operação Lava Jato, que disse ter pago R$ 400 mil em propina a Legatti; à CPI da Petrobras, o ex-gerente disse ainda que nunca soube de irregularidades praticadas pelos ex-diretores da estatal Renato Duque e Paulo Roberto Costa ou pelo ex-gerente de serviços Pedro Barusco
"Não é verdade que o senhor Shinko pagou o dinheiro para mim. Não recebi um centavo do senhor Shinko", afirmou o ex-gerente da Refinaria Abreu e Lima Glauco Legatti, negando o depoimento do empresário Shinko Nakandakari, um dos delatores da Operação Lava Jato, que disse ter pago R$ 400 mil em propina a Legatti; à CPI da Petrobras, o ex-gerente disse ainda que nunca soube de irregularidades praticadas pelos ex-diretores da estatal Renato Duque e Paulo Roberto Costa ou pelo ex-gerente de serviços Pedro Barusco (Foto: Gisele Federicce)

Luciano Nascimento - Repórter da Agência Brasil

O ex-gerente da Refinaria Abreu e Lima Glauco Legatti negou, em seu depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, na Câmara dos Deputados, que tenha recebido pagamento de propina do empresário Shinko Nakandakari, um dos delatores da Operação Lava Jato.

"Não é verdade que o senhor Shinko pagou o dinheiro para mim. Não recebi um centavo do senhor Shinko", afirmou ao ser perguntado pelo relator da comissão, Luiz Sérgio (PT-RJ).

Em sua delação, Nakandakari disse que pagou R$ 400 mil em propina a Legatti, então gerente-geral de implementação do projeto de Abreu e Lima, entre 2008 e 2014, para facilitar aditivos aos contratos da empresa Galvão Engenharia com a Petrobras. Segundo Nakandakari, os pagamentos ocorreram em parcelas de junho de 2013 a junho de 2014.

"O meu relacionamento com ele [Nakandakari] foi sempre pessoal e fiquei extremamente surpreso quando apareceu no jornal que ele era o operador de outras pessoas", destacou Glauco Legatti.

Ele disse também que, ao ter sido informado das declarações de Nakandakari, entrou com pedido ao juiz Sérgio Moro, responsável pelas investigações na primeira instância, para esclarecer que não recebeu a quantia.

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