“Petrolão aconteceu nas barbas de Dilma e Lula”

Líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy classifica como "gravíssima" a 'denúncia' de que a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula "poderiam ter interrompido o propinoduto que vem assolando a Petrobras nos últimos anos, mas nada fizeram para impedir perdas bilionárias para a maior estatal do país"; o tucano se baseia em suposta mensagem enviada a Dilma pelo então diretor da estatal Paulo Roberto Costa propondo solução política para recomendação do TCU de paralisação de três grandes obras da companhia em virtude da identificação de irregularidades

Líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy classifica como "gravíssima" a 'denúncia' de que a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula "poderiam ter interrompido o propinoduto que vem assolando a Petrobras nos últimos anos, mas nada fizeram para impedir perdas bilionárias para a maior estatal do país"; o tucano se baseia em suposta mensagem enviada a Dilma pelo então diretor da estatal Paulo Roberto Costa propondo solução política para recomendação do TCU de paralisação de três grandes obras da companhia em virtude da identificação de irregularidades
Líder do PSDB na Câmara, Antônio Imbassahy classifica como "gravíssima" a 'denúncia' de que a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula "poderiam ter interrompido o propinoduto que vem assolando a Petrobras nos últimos anos, mas nada fizeram para impedir perdas bilionárias para a maior estatal do país"; o tucano se baseia em suposta mensagem enviada a Dilma pelo então diretor da estatal Paulo Roberto Costa propondo solução política para recomendação do TCU de paralisação de três grandes obras da companhia em virtude da identificação de irregularidades (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Líder do PSDB na Câmara, o deputado baiano Antônio Imbassahy classificou nesta segunda-feira (24) como "gravíssima" a 'denúncia' de que a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula "poderiam ter interrompido o propinoduto que vem assolando a Petrobras nos últimos anos, mas nada fizeram para impedir perdas bilionárias para a maior estatal do país".

O tucano se baseia em suposta mensagem enviada a Dilma pelo então diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa propondo uma solução política para a recomendação do TCU (Tribunal de Contas da União) ao Congresso de paralisação de três grandes obras da estatal em virtude da identificação de irregularidades.

"E foi o que ocorreu: o Congresso aprovou o corte dos recursos para as obras, mas Lula vetou e mais de R$ 13 bilhões foram liberados para quatro empreendimentos da estatal superfaturadas, inclusive as indicadas por Paulo Roberto", diz Imbassahy.

Ele afirma que "essa mensagem aproxima ainda mais a presidente do esquema de corrupção na estatal" e chama atenção para o fato de Costa ter ultrapassado os limites hierárquicos e ter se dirigido diretamente a Dilma (então ministra da Casa Civil e braço direito de Lula na época), "o que revela uma relação muito próxima, que dispensava formalidades". Na opinião do parlamentar, isso explica ainda o porquê de o Planalto agir, segundo ele, para barrar os trabalhos da CPMI no Congresso.

"Não tem dúvidas, tudo aconteceu de fato nas barbas da presidente Dilma. Ela podia até não saber de tudo, pelo tamanho que se mostrou o problema, mas de que ela não sabia de nada, isso ninguém em sã consciência acredita", diz o líder tucano.

Para Imbassahy, "as consequências do Petrolão terão grande impacto também no próximo ano, quando começa uma nova legislatura no Congresso Nacional. E, certamente são objeto de uma nova CPI que deverá ser aberta em 2015. A atual CPMI segue investigando até 22 de dezembro".

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