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PF investiga quadrilha no Piauí que desviou mais de R$ 380 mi em verba pública

A Polícia Federal, em parceria com a Controladoria Geral da União, deflagrou a Operação Fraternidade que tem o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada em fraudes em licitação e desvio de verbas públicas no Piauí e Ceará; de acordo com a CGU, os investigados receberam mais de R$ 380 milhões em recursos públicos, inclusive federais, de diversas fontes; a PF disse que foram expedidos 45 mandados judiciais, sendo nove prisões temporárias, 24 buscas e apreensões, 12 de conduções coercitivas, além de sete mandados de intimação, totalizando 52 mandados; relato publicado no Piauí Hoje

A Polícia Federal, em parceria com a Controladoria Geral da União, deflagrou a Operação Fraternidade que tem o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada em fraudes em licitação e desvio de verbas públicas no Piauí e Ceará; de acordo com a CGU, os investigados receberam mais de R$ 380 milhões em recursos públicos, inclusive federais, de diversas fontes; a PF disse que foram expedidos 45 mandados judiciais, sendo nove prisões temporárias, 24 buscas e apreensões, 12 de conduções coercitivas, além de sete mandados de intimação, totalizando 52 mandados; relato publicado no Piauí Hoje (Foto: Leonardo Lucena)

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Piauí Hoje - A Polícia Federal, em parceria com a Controladoria Geral da União, deflagrou nesta quarta-feira (13) a Operação Fraternidade que tem o objetivo de desarticular uma organização criminosa especializada em fraudes em licitação e desvio de verbas públicas no Piauí e Ceará.

Segundo a Polícia Federal, foram expedidos 45 mandados judiciais, sendo nove prisões temporárias, 24 buscas e apreensões, 12 de conduções coercitivas, além de sete mandados de intimação, totalizando 52 mandados. São 148 policiais federais, nos Estados do Piauí e Ceará, além de sete servidores da Controladoria-Geral da União, que participam da operação.

Conforme levantamento iniciado pela Controladoria Geral da União, os investigados receberam mais de R$ 380 milhões em recursos públicos, inclusive federais, de diversas fontes.

As investigações apontam que os principais investigados já tiveram vínculos com dezenas de pessoas jurídicas, das quais 68 teriam recebido verbas públicas de 171 municípios cearenses, totalizando, somente entre janeiro de 2002 e março de 2013.

O grupo age principalmente controlando empresas em conjunto e em forma de rodízio para vencerem licitações e receberem vultosos valores advindos do poder público sem chamar a atenção das autoridades, dos quais parte é desviada através de superfaturamentos e inexecuções dos contratos.

Os envolvidos responderão criminalmente, na medida de suas condutas, pelo cometimento dos crimes de organização criminosa, crimes da lei de licitações, falsificação de documentos, corrupção e lavagem de dinheiro.

O nome da operação faz alusão ao núcleo do grupo, formado, entre outros, por três irmãos com vinculação com diversas empresas.

*Com informações da Polícia Federal

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