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PF investiga repasses da gestão Anastasia a Youssef

A Polícia Federal enviou ao Supremo Tribunal Federal um pedido para investigar ordens bancárias emitidas pelo governo de Minas Gerais em 2010, quando o Estado era administrado por Antonio Anastasia (PSDB), em valores superiores a R$ 500 mil, que tenham tido como beneficiárias empresas controladas pelo doleiro Alberto Youssef; o delegado Milton Fornazari Junior argumentou que "ainda restam pendentes a completa análise de todo o material apreendido no âmbito da Operação Lava Jato", como acordos de delação premiada, o que exige mais prazo para a apuração

A Polícia Federal enviou ao Supremo Tribunal Federal um pedido para investigar ordens bancárias emitidas pelo governo de Minas Gerais em 2010, quando o Estado era administrado por Antonio Anastasia (PSDB), em valores superiores a R$ 500 mil, que tenham tido como beneficiárias empresas controladas pelo doleiro Alberto Youssef; o delegado Milton Fornazari Junior argumentou que "ainda restam pendentes a completa análise de todo o material apreendido no âmbito da Operação Lava Jato", como acordos de delação premiada, o que exige mais prazo para a apuração (Foto: Valter Lima)

247 - A Polícia Federal enviou ao Supremo Tribunal Federal um pedido para investigar ordens bancárias emitidas pelo governo de Minas Gerais em 2010, quando o Estado era administrado por Antonio Anastasia (PSDB), em valores superiores a R$ 500 mil, que tenham tido como beneficiárias empresas controladas pelo doleiro Alberto Youssef.

A linha de investigação é utilizada pela PF como uma das justificativas para um novo pedido de prorrogação do inquérito que investiga o hoje senador tucano por suposta ligação com o esquema de corrupção da Petrobras. A PF, no entanto, não apresenta detalhes dessas supostas transações financeiras.

Anastasia assumiu o governo de Minas em abril de 2010, quando o senador Aécio Neves (PSDB) deixou o cargo para disputar a vaga no Senado. O prazo para investigação de Anastasia terminou no dia 29 de junho.

A solicitação da PF é analisada pelo ministro Teori Zavascki, relator dos inquéritos que apuram o envolvimento de políticos no esquema de corrupção da Petrobras.

O delegado Milton Fornazari Junior argumentou que "ainda restam pendentes a completa análise de todo o material apreendido no âmbito da Operação Lava Jato", como acordos de delação premiada, o que exige mais prazo para a apuração.