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PF teme que governo aponte abusos na Acrônimo

Os tiros da Operação Acrônimo, da Polícia Federal, podem sair pela culatra; a PF teme que, ao negar o pedido de busca na casa do governador de Minas, Fernando Pimentel (PT), e no BNDES, o STJ tenha dado argumentos para que o governo aponte, internamente, abusos na operação; excessos da PF foram discutidos em reunião do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, com a presidente Dilma Rousseff hoje no Planalto

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Os tiros da Operação Acrônimo, da Polícia Federal, podem sair pela culatra; a PF teme que, ao negar o pedido de busca na casa do governador de Minas, Fernando Pimentel (PT), e no BNDES, o STJ tenha dado argumentos para que o governo aponte, internamente, abusos na operação; excessos da PF foram discutidos em reunião do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, com a presidente Dilma Rousseff hoje no Planalto (Foto: Aquiles Lins)
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Minas 247 - Os tiros da Operação Acrônimo, da Polícia Federal, podem sair pela culatra. Segundo a jornalista Vera Magalhães, da coluna Painel, a PF teme que, ao negar o pedido de busca na casa do governador Fernando Pimentel (PT) e no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Superior Tribunal de Justiça (STJ) tenha dado argumentos para que o governo aponte, internamente, abusos na operação.

Para a PF, haveria indícios que comprometem Pimentel nas frentes da apuração. Os policiais pretendem aprofundar a investigação sobre os donos e usuários do hangar que Benedito Rodrigues, o Bené, usava em Belo Horizonte de onde Pimentel partiu para o Uruguai, no jatinho do empresário.

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