PGR pede que STF receba denúncia e transforme Aécio em réu

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu que o Supremo Tribunal Federal receba uma denúncia contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG), sua irmã, Andrea Neves, e outras duas pessoas no inquérito que apura o pedido de R$ 2 milhões feito pelo tucano ao empresário Joesley Batista, da J&F; Aécio foi gravado fazendo o pedido por telefone, e argumentou que seria para efetuar o pagamento de seus advogados; Raquel Doge rebateu a tese da defesa de Aécio, que pedia a anulação do acordo de delação premiada de Joesley

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu que o Supremo Tribunal Federal receba uma denúncia contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG), sua irmã, Andrea Neves, e outras duas pessoas no inquérito que apura o pedido de R$ 2 milhões feito pelo tucano ao empresário Joesley Batista, da J&F; Aécio foi gravado fazendo o pedido por telefone, e argumentou que seria para efetuar o pagamento de seus advogados; Raquel Doge rebateu a tese da defesa de Aécio, que pedia a anulação do acordo de delação premiada de Joesley
A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu que o Supremo Tribunal Federal receba uma denúncia contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG), sua irmã, Andrea Neves, e outras duas pessoas no inquérito que apura o pedido de R$ 2 milhões feito pelo tucano ao empresário Joesley Batista, da J&F; Aécio foi gravado fazendo o pedido por telefone, e argumentou que seria para efetuar o pagamento de seus advogados; Raquel Doge rebateu a tese da defesa de Aécio, que pedia a anulação do acordo de delação premiada de Joesley (Foto: Gisele Federicce)

247 - A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu que o Supremo Tribunal Federal receba uma denúncia contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG), sua irmã, Andrea Neves, e outras duas pessoas no inquérito que apura o pedido de R$ 2 milhões feito pelo tucano ao empresário Joesley Batista, da J&F. Aécio foi gravado fazendo o pedido por telefone, e argumentou que seria para efetuar o pagamento de seus advogados.

A gravação consta do material entregue pelo empresário durante seu acordo de delação premiada com a PGR. A defesa de Aécio havia pedido a anulação do processo, alegando que o acordo seria ilegal porque não teria ocorrido de forma "voluntária", uma vez que teria contado com a participação do ex-procurador da República Marcelo Miller.

Raquel Dodge rebateu a tese, argumentando que a participação do ex-procurador no processo de delação não significa que os executivos da J&F não tenham aderido ao acordo de livre e espontânea vontade.

"A manifestação da PGR foge dos argumentos centrais da Defesa e se limita a repetir termos genéricos da denúncia, revelando a fragilidade da acusação. A própria PGR reconhece que nunca houve qualquer contrapartida por parte do senador Aécio Neves, evidenciando que não houve corrupção ou pedido de vantagem indevida", disse em nota o advogado de Aécio, Alberto Zacharias Toron.

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