PGR se manifesta pela manutenção da prisão de Maluf

A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu no STF a manutenção da prisão em regime fechado do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP); ele está preso para cumprir pena de sete anos e nove meses na Penitenciária da Papuda pelo crime de lavagem de dinheiro; a manifestação foi motivada por um pedido de habeas corpus feito pela defesa do parlamentar

A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu no STF a manutenção da prisão em regime fechado do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP); ele está preso para cumprir pena de sete anos e nove meses na Penitenciária da Papuda pelo crime de lavagem de dinheiro; a manifestação foi motivada por um pedido de habeas corpus feito pela defesa do parlamentar
A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu no STF a manutenção da prisão em regime fechado do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP); ele está preso para cumprir pena de sete anos e nove meses na Penitenciária da Papuda pelo crime de lavagem de dinheiro; a manifestação foi motivada por um pedido de habeas corpus feito pela defesa do parlamentar (Foto: Leonardo Lucena)

André Richter - Repórter da Agência Brasil

A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu nesta quinta-feira (15) no Supremo Tribunal Federal (STF) a manutenção da prisão em regime fechado do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP). Ele está preso para cumprir pena de sete anos e nove meses na Penitenciária da Papuda pelo crime de lavagem de dinheiro.

A manifestação foi motivada por um pedido de habeas corpus feito pela defesa do parlamentar. Os advogados tentam derrubar a decisão do ministro Edson Fachin, que determinou o imediato cumprimento da condenação. De acordo com a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, não há irregularidades na decisão de Fachin.

Maluf foi condenado por receber propina em contratos públicos com as empreiteiras Mendes Júnior e OAS quando era prefeito de São Paulo (1993-1996). Os recursos teriam sido desviados da construção da Avenida Água Espraiada, hoje chamada Avenida Roberto Marinho. O custo total da obra foi cerca de R$ 800 milhões.

As investigações se arrastaram por mais de 10 anos, desde a instauração do primeiro inquérito, ainda na primeira instância da Justiça. Os procuradores do Ministério Público estimaram em US$ 170 milhões a movimentação total de recursos ilícitos. O Supremo assumiu o caso após a eleição de Maluf como deputado federal.

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