Pimenta: braço-direito de Janot deixou MP para negociar leniência da JBS

Deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) afirmou nesta sexta-feira, 9, que irá apresentar um Projeto de Lei que obrigue os membros do Ministério Público a cumprirem quarentena ao sair da carreira pública; "E proibir de atuar em casos que tenham atuado quando MP ou Juiz. O caso do Procurador Marcelo Müller é um escândalo. Saiu pra trabalhar no escritório que negocia a leniência. O Muller era o braço direito do Janot. R$ 30 mil de salário e bônus de US$ 450 mil", afirmou o deputado em sua página no Twitter

Deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) afirmou nesta sexta-feira, 9, que irá apresentar um Projeto de Lei que obrigue os membros do Ministério Público a cumprirem quarentena ao sair da carreira pública; "E proibir de atuar em casos que tenham atuado quando MP ou Juiz. O caso do Procurador Marcelo Müller é um escândalo. Saiu pra trabalhar no escritório que negocia a leniência. O Muller era o braço direito do Janot. R$ 30 mil de salário e bônus de US$ 450 mil", afirmou o deputado em sua página no Twitter
Deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) afirmou nesta sexta-feira, 9, que irá apresentar um Projeto de Lei que obrigue os membros do Ministério Público a cumprirem quarentena ao sair da carreira pública; "E proibir de atuar em casos que tenham atuado quando MP ou Juiz. O caso do Procurador Marcelo Müller é um escândalo. Saiu pra trabalhar no escritório que negocia a leniência. O Muller era o braço direito do Janot. R$ 30 mil de salário e bônus de US$ 450 mil", afirmou o deputado em sua página no Twitter (Foto: Aquiles Lins)

Rio Grande do Sul 247 - O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) afirmou nesta sexta-feira, 9, que irá apresentar um Projeto de Lei que obrigue os membros do Ministério Público a cumprirem quarentena ao sair da carreira pública. 

"E proibir de atuar em casos que tenham atuado quando MP ou Juiz. O caso do Procurador Marcelo Müller é um escândalo. Saiu pra trabalhar no escritório que negocia a leniência. O Muller era o braço direito do Janot. R$ 30 mil de salário e bônus de US$ 450 mil", afirmou o deputado em sua página no Twitter. 

Pimenta lembra que o ex-procurador deixou Janot para integrar a banca de advocacia Trench Rossi Watanabe, que tornou-se o escritório da JBS. "Indústria da leniência e do compliance é uma das heranças malditas da Lava Jato. Escritórios que enriquecem com delações vergonhosas", afirmou. 

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