Pimentel convoca secretários para avaliar situação de presídios em Minas

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, realiza uma reunião com os secretários da área prisional, segurança e o comando da Polícia Militar para discutir a condição dos presídios no estado; o encontro vem após a ocorrência de massacres em presídios do Amazonas e de Roraima, que deixaram 56 e 33 mortos, respectivamente; "Não há nenhum indicativo de problema no nosso conjunto penitenciário, mas não custa prevenir porque há uma situação muito tensa hoje em outros pontos do país. A nossa preocupação é que isso não se alastre e não contamine também o clima dos presídios em Minas Gerais", disse 

O governador de Minas Fernando Pimentel
O governador de Minas Fernando Pimentel (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, realiza nesta sexta-feira (6) uma reunião com os secretários da área prisional, segurança e o comando da Polícia Militar para discutir a condição dos presídios no estado. O encontro vem após a ocorrência de massacres em presídios do Amazonas e de Roraima, que deixaram 56 e 33 mortos, respectivamente. 

"Não há nenhum indicativo de problema no nosso conjunto penitenciário, mas não custa prevenir porque há uma situação muito tensa hoje em outros pontos do país. A nossa preocupação é que isso não se alastre e não contamine também o clima dos presídios em Minas Gerais", disse o governador em entrevista à rádio Itatiaia.

Segundo o chefe do executivo mineiro, o governo tem que se antecipar para que não aconteça nada parecido com o que houve no Norte do País. "Vamos fazer a avaliação e tudo o que foi necessário para preservar o clima de tranquilidade que, graças a Deus, nós temos, nós vamos fazer".

Pimentel reforçou que não haverá suspensão de visitas. "Nada disso. Vamos simplesmente tomar o cuidado necessário. Aumentar o sistema de vigilância, mas nada abale a tranquilidade que hoje já existe nos nossos presídios. São medidas preventivas para não haver risco de contaminação. Acredito que não vai haver, mas vamos prevenir", disse.


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