Pimentel defende escolha de Levy para a Fazenda

Governador eleito de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), defendeu nesta segunda (24) a indicação do economista Joaquim Levy para ministro da Fazenda; "Joaquim Levy é um cidadão, um economista, que já passou pelo governo, é um homem público de trajetória reconhecida, uma pessoa íntegra, correta, eu conheço há muitos anos. Eu não tenho nenhum reparo a fazer à sua pessoa", disse  

Governador eleito de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), defendeu nesta segunda (24) a indicação do economista Joaquim Levy para ministro da Fazenda; "Joaquim Levy é um cidadão, um economista, que já passou pelo governo, é um homem público de trajetória reconhecida, uma pessoa íntegra, correta, eu conheço há muitos anos. Eu não tenho nenhum reparo a fazer à sua pessoa", disse
 
Governador eleito de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), defendeu nesta segunda (24) a indicação do economista Joaquim Levy para ministro da Fazenda; "Joaquim Levy é um cidadão, um economista, que já passou pelo governo, é um homem público de trajetória reconhecida, uma pessoa íntegra, correta, eu conheço há muitos anos. Eu não tenho nenhum reparo a fazer à sua pessoa", disse   (Foto: Valter Lima)

247 - O governador eleito de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), defendeu nesta segunda-feira (24) a indicação do economista Joaquim Levy para ministro da Fazenda. Pimentel afirmou que se trata de uma pessoa "íntegra e correta", com condições de ocupar qualquer cargo.

Como "primeiro ponto" dessa questão, disse Pimentel, cabe à presidente Dilma Rousseff nomear e demitir ministros. Nesse sentido, segundo ele, a presidente terá sempre o seu apoio "integral e irrestrito para qualquer ministro que ela nomear".

"Joaquim Levy é um cidadão, um economista, que já passou pelo governo, é um homem público de trajetória reconhecida, uma pessoa íntegra, correta, eu conheço há muitos anos. Eu não tenho nenhum reparo a fazer à sua pessoa", disse.

Ao falar da corrupção que envolve os contratos da Petrobras, o governador de Minas afirmou se tratar de um "caso grave, importante", mas que isso será "corrigido e vai nos beneficiar enormemente daqui para a frente".

Ele colocou o "enfrentamento muito duro da questão da ética no serviço público" no bloco da conjuntura, bem como o compromisso com a recuperação da "confiabilidade, da credibilidade das políticas públicas e das políticas de governo, da política fiscal".

Ele disse que o Brasil, ao longo da sua história, demonstrou ter "maturidade, capacidade e engenhosidade suficiente" para enfrentar as suas questões conjunturais sem comprometer "grandes conquistas estruturais da nossa economia, como a estabilidade da moeda, expansão do mercado e distribuição de renda".

E citou também as conquistas "da nossa democracia", como "a liberdade de imprensa e a autonomia dos órgãos de investigação e do Judiciário"

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