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Pimentel inicia processo de corte de gastos em Minas

Governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel deu início ao processo de enxugamento da máquina administrativa; as secretarias e os órgãos do Executivo estadual deverão informar, em cinco dias úteis, quais cargos comissionados nas respectivas pastas devem ser cortados; o governo pretende cortar pelo menos 20% do quadro de funcionários de livre indicação ou entre os efetivos, que perderiam suas funções comissionadas; cargos destinados a hospitais e unidades prisionais e socioeducativas não terão cortes de cargos

Governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel deu início ao processo de enxugamento da máquina administrativa; as secretarias e os órgãos do Executivo estadual deverão informar, em cinco dias úteis, quais cargos comissionados nas respectivas pastas devem ser cortados; o governo pretende cortar pelo menos 20% do quadro de funcionários de livre indicação ou entre os efetivos, que perderiam suas funções comissionadas; cargos destinados a hospitais e unidades prisionais e socioeducativas não terão cortes de cargos (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 – O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), deu início, nessa quinta-feira (15), ao processo de enxugamento da máquina administrativa. As secretarias e os órgãos do Executivo estadual deverão informar, em cinco dias úteis, quais cargos comissionados nas respectivas pastas devem ser cortados. O governo pretende cortar pelo menos 20% do quadro de funcionários de livre indicação ou entre os efetivos, que perderiam suas funções comissionadas.

Os cargos destinados a hospitais e unidades prisionais e socioeducativas não terão cortes de cargos. De acordo com o documento entregue aos responsáveis pelas pastas e pelos órgãos, o Executivo só vai autorizar nomeações depois que os secretários cumprirem a meta de bloqueio das vagas. Segundo o governo, o estado tem 17.892 cargos comissionados, dos quais 15.682 estão providos. Outros 2.210, ou 12,3% do quadro, estão vagos.

A Superintendência de Imprensa do Executivo mineiro informou que, até agora, o novo governo fez 54 nomeações e 120 exonerações. "Não necessariamente é para demitir. A ordem que tivemos na reunião do secretariado foi não usar tudo. Pode haver cargos vagos ou que identifiquemos que o ocupante não aparecia, é uma avaliação da necessidade para o interesse público", disse uma fonte em entrevista ao Estado de Minas,.

O governo mineiro determinou, também, que todas as autarquias e fundações enviem até o dia 20 às secretarias de Fazenda e Planejamento todas as despesas pendentes do governo anterior sem o devido empenho de recursos.