Plataforma ajuda pessoas a encontrarem trabalho em startups

Graças à crise econômica e política dos últimos anos, o desemprego no Brasil chegou a patamares altíssimos antes vistos apenas na década de 90; com uma massa de desempregados de setores tradicionais e uma maior dificuldade de entrar no mercado, trabalhar para startups se tornou uma alternativa interessantíssima para muita gente; só que a lógica em startups funciona diferente da lógica dos setores tradicionais – e as plataformas tradicionais de empregos não se encaixam tão bem; e para se ajustar para essa necessidade, um empreendedor resolveu criar uma plataforma para sanar sua dificuldade: encontrar os primeiros funcionários para sua startup

Graças à crise econômica e política dos últimos anos, o desemprego no Brasil chegou a patamares altíssimos antes vistos apenas na década de 90; com uma massa de desempregados de setores tradicionais e uma maior dificuldade de entrar no mercado, trabalhar para startups se tornou uma alternativa interessantíssima para muita gente; só que a lógica em startups funciona diferente da lógica dos setores tradicionais – e as plataformas tradicionais de empregos não se encaixam tão bem; e para se ajustar para essa necessidade, um empreendedor resolveu criar uma plataforma para sanar sua dificuldade: encontrar os primeiros funcionários para sua startup
Graças à crise econômica e política dos últimos anos, o desemprego no Brasil chegou a patamares altíssimos antes vistos apenas na década de 90; com uma massa de desempregados de setores tradicionais e uma maior dificuldade de entrar no mercado, trabalhar para startups se tornou uma alternativa interessantíssima para muita gente; só que a lógica em startups funciona diferente da lógica dos setores tradicionais – e as plataformas tradicionais de empregos não se encaixam tão bem; e para se ajustar para essa necessidade, um empreendedor resolveu criar uma plataforma para sanar sua dificuldade: encontrar os primeiros funcionários para sua startup (Foto: Leonardo Lucena)

StartSe - Graças à crise econômica e política dos últimos anos, o desemprego no Brasil chegou a patamares altíssimos antes vistos apenas na década de 90. Com uma massa de desempregados de setores tradicionais e uma maior dificuldade de entrar no mercado, trabalhar para startups se tornou uma alternativa interessantíssima para muita gente.

Só que a lógica em startups funciona diferente da lógica dos setores tradicionais – e as plataformas tradicionais de empregos não se encaixam tão bem. E para se ajustar para essa necessidade, um empreendedor resolveu criar uma plataforma para sanar sua dificuldade: encontrar os primeiros funcionários para sua startup.

Para isso, nasceu a 10Starters – uma plataforma para ajudar empreendedores a encontrar as primeiras pessoas para seu time. “Precisava encontrar pessoas para o time da minha startup nenhuma das soluções disponíveis no mercado atendiam a minha necessidade. Os sites que existem hoje para vagas, são focados em empresas que já podem oferecer algo compatível com mercado. Ou seja, oferecer um emprego, com um salário de mercado para um funcionário. Eu não procurava um funcionário, e nem tenho condições de oferecer um salário”, conta João Vitor Chaves, fundador do Empreenda Junto e criador da plataforma.

Como que ele podia oferecer não era algo tradicional, a plataforma tinha que se ajustar as necessidades: como uma remuneração que envolvesse salário pequeno, uma parte do equity da companhia… “Estava em busca de um parceiro, um novo sócio ou sócia que pudesse agregar ao time e tivesse interesse de se manter a longo prazo e ajudar a desenvolver o negócio. O que eu poderia oferecer era condizente com essa realidade, então criei um portal com esse objetivo e tive o resultado que esperava. Encontrei várias pessoas interessadas, e já estamos no segundo round do processo de seleção”, explica.

Resolvido seu problema, ele entendeu que a plataforma tinha vida própria e que devia ser aberta para que outras startups conseguissem preencher suas vagas – e outras pessoas encontrassem empregos em startups. “Depois que lancei e vi que o 10Starters realmente funcionou para mim, pensei em abrir ele para a comunidade, foco em early stage startups, planos para manter somente os custos da plataforma, e um trabalho de referenciamento. Em pouco tempo já tivemos 27 vagas, 10 delas já preenchidas. Foram mais de 43 pessoas aplicando para essas vagas, com um pouco mais de 135 membros”, destaca.

Com esse tipo de iniciativa, todos ganham: as pessoas que são chamadas ganham empregos, as startups preenchem suas vagas e ganham fôlego para crescer, criando riqueza e gerando crescimento para a economia brasileira. “Não foi só o Empreenda Junto quem já tirou vantagem de uma plataforma com o foco em unir startups que estão começando a crescer, com pessoas que possuem o interesse a se juntar a empreendimentos promissores”, salienta João.

O empreendedorismo é impactado positivamente por uma iniciativa dessas, fazendo que seja cada vez mais fácil para que pessoas encontrem umas as outras. É um objetivo que João compartilha através do Empreenda Junto, e que o 10Starters cai como uma luva. “Hoje, meu objetivo é tornar o portal uma referência para startups e empreendedores se conectarem. Não é um espaço para encontrar um co-founder, acharia isso maluquice, mas se você já está desenvolvendo um negócio, e precisa de mais algumas mãos para ajudar em partes especificas de modo que isso te permita crescer, estou trabalhando para que o 10Starters seja o lugar ideal para encontrar esse apoio”, salienta.

Contudo, ele ainda precisa crescer para que a plataforma consiga ajudar ainda mais pessoas. “É uma questão de alcance. Em média uma nova vaga recebe aplicações em 48 horas, tem muita gente interessada em se unir a startups, e muita startup procurando, mas como é um projeto ainda inicial, um MVP em fase alpha por assim dizer, não temos muito alcance, logo número de oportunidades listadas e de talentos que se cadastram para elas, demoram a crescer, e isso é um desafio hoje”, destaca.

Elaboração de produto

Um ponto interessante na história de João é que ele foi escolhido para estudar no MIT e conseguiu viabilizar sua ida para lá através de um crowdfunding – que viralizou depois de se tornar notícia no StartSe. Lá, ele aprendeu bastante sobre como criar um produto de 1º nível de maneira ágil. “No MIT eu fui bombardeado com a importância de conhecer bem meu cliente, e entender como resolver um problema, algo que antes não tinha tanto foco, acho que esse foi o principal ponto que coloquei em prática. E ao fazer isso, criei algo que realmente funciona, e que até então, as startups que estão usando, estão tendo resultados”, explica.

Essa lição foi essencial para que a 10Starters nascesse em pouquíssimo tempo e de maneira tão eficiente. Afinal, foi para resolver sua dor que João fez e com isso, conseguiu criar um produto ideal para suas necessidades – e de outras startups. “Como o produto foi desenvolvido inicialmente para resolver um produto interno, eu conhecia exatamente os problemas e dores que ele resolve, e pude testar e validar a solução em pouquíssimo tempo, além de ter conversado com outras pessoas que teriam interesse, e acompanhado o resultado delas com o uso da plataforma”, destaca.

Ter passado pelas aulas do MIT também foi essencial para que ele tivesse noção do que fazer de agora em diante com a 10Starters – que ainda está apenas no MVP e deverá passar por mudanças profundas para melhorar a experiência para o usuário nos próximos meses. “Além disso, o framework que eles ensinam nas aulas de planejamento, me ajuda a evitar de fazer mais do que o necessário ou perder o foco, assim garanto que o produto é melhorado continuamente, não para me agradar, mas para facilitar a vida dos usuários”, completa.

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