PMDB-MG avalia abandonar o governo estadual
segundo os peemedebistas, que tem como vice-lider do bloco governista, Cabo Júlio, o governador Fernando Pimentel (PT) não convidou a base aliada para discutir os cortes de R$ 2 bilhões no Estado; não existe nomeação de indicados dos parlamentares no executivo nem conversas sobre a reforma administrativa; atualmente, o PMDB tem dez deputados na ALMG e, se a bancada do PMDB decidir ir inteiramente para a oposição, o bloco de apoio ao Estado irá se igualar ao número atual de deputados que compõem o bloco oposicionista ao governo
Minas 247 - A exemplo do que ocorre na Câmara dos Deputados, alguns deputados do PMDB na Assembleia Legislativa (ALMG) cogitam romper com o governo de Minas. Segundo eles, o governador Fernando Pimentel (PT) não convidou a base aliada para discutir os cortes de R$ 2 bilhões no Estado, anunciados na segunda-feira (24). Não existe nomeação de indicados dos parlamentares no executivo nem conversas sobre a reforma administrativa.
Atualmente, o PMDB tem dez deputados na ALMG: Cabo Júlio, Celise Laviola, Iran Barbosa, Ivair Nogueira, João Alberto, João Magalhães, Leonídio Bouças, Tony Carlos, Vanderlei Miranda e o presidente da Casa, Adalclever Lopes. O bloco de apoio ao governo Fernando Pimentel conta com 31 parlamentares. Mas, se a bancada do PMDB decidir ir inteiramente para a oposição, o bloco de apoio ao Estado irá se igualar ao número atual de deputados que compõem o bloco oposicionista ao governo.
De acordo com fontes do partido, o vice-líder do bloco de apoio ao governo, Cabo Júlio, protocolou sua saída do cargo. Até mesmo a oposição na ALMG está “aproveitando” da situação para dizer que há lugar no bloco. As informações são do Jornal O Tempo.
“O Cabo Júlio disse que (os deputados) estão abrindo os olhos e percebendo que estão embarcando numa canoa furada. Só meia dúzia (de deputados) conduz o ‘desgoverno’. Por isso, a oposição tem espaço para agregar o PMDB”, disse o deputado Dilzon Melo (PTB), enquanto discursava no plenário (leia mais)