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PMDB-MG pode não aceitar ministério de Dilma

O PMDB de Minas Gerais pode não comandar o comando de um ministério no governo Dilma Rousseff (PT); a bancada foi contemplada com um convite para a pasta da Aviação Civil, mas entende que não vale a pena o desgaste e aguarda o resultado da convenção nacional para decidir o que fazer; apesar de os peemedebistas mineiros estarem divididos, o vice-governador de Minas, Antonio Andrade, afirmou que a maioria da ela do partido opta pela manutenção da aliança com Dilma

O PMDB de Minas Gerais pode não comandar o comando de um ministério no governo Dilma Rousseff (PT); a bancada foi contemplada com um convite para a pasta da Aviação Civil, mas entende que não vale a pena o desgaste e aguarda o resultado da convenção nacional para decidir o que fazer; apesar de os peemedebistas mineiros estarem divididos, o vice-governador de Minas, Antonio Andrade, afirmou que a maioria da ela do partido opta pela manutenção da aliança com Dilma (Foto: Leonardo Lucena)

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Minas 247 - O PMDB de Minas Gerais pode não comandar o comando de um ministério no governo Dilma Rousseff (PT). A bancada foi contemplada com um convite para a pasta da Aviação Civil, mas entende que não vale a pena o desgaste e aguarda o resultado da convenção nacional desta sábado (12) para decidir o que fazer. Apesar de os peemedebistas mineiros estarem divididos, o vice-governador de Minas, Antonio Andrade, afirmou que a maioria da ela do partido opta pela manutenção da aliança com Dilma.

Segundo os bastidores, integrantes da bancada mineira acreditam que as chances de o deputado federal Mauro Lopes, convidado a assumir a vaga no ministério, aceitar a missão é pequena. “Vai gerar um desgaste grande para um ministério que não tem condições nenhuma de ajudar as bancadas nas bases. Nem Minas e nem a bancada federal estão fazendo questão, ninguém quer”, afirmou um parlamentar mineiro. 

Nem o vice-governador Antônio Andrade, que preside o PMDB mineiro, soube confirmar se ele assumirá a indicação. “Da última vez que falei com o Mauro Lopes, ele estava pensativo se ia ou não porque tinha essas questões do PMDB, mas a decisão era de não assumir antes da convenção do partido”, disse. As entrevistas foram concedidas ao Estado de Minas.

Andrade negou que a espera pela convenção seria por causa de um iminente rompimento do PMDB com o governo Dilma. “É porque ele está muito absorvido pela eleição, tem andado muito com o Michel (vice-presidente, Michel Temer, que será reeleito presidente do partido)”, disse.

 

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