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Polícia considera concluído caso Johnny Moura após confissão

O agente penitenciário Renilson Garcia Araújo Lima confessou nesta terça-feira (29) ter atirado contra a cabeça do modelo e produtor de eventos Johnny Moura na saída de uma festa na madrugada do domingo (27). Polícia considera o caso concluído e descarta envolvimento de outras pessoas

O agente penitenciário Renilson Garcia Araújo Lima confessou nesta terça-feira (29) ter atirado contra a cabeça do modelo e produtor de eventos Johnny Moura na saída de uma festa na madrugada do domingo (27). Polícia considera o caso concluído e descarta envolvimento de outras pessoas (Foto: Rodrigo Rocha)

Ceará247 - O agente penitenciário Renilson Garcia Araújo Lima (27) confessou nesta terça-feira (29) ter sido o autor do disparo que matou o modelo e produtor de eventos Johnny Moura (22) na madrugada deste domingo (27), na saída de uma festa em um buffet no bairro Dunas. Ele disse à Polícia que atirou em Johnny após achar que o modelo teria abaixado o vidro do carro em que estava para continuar a briga que tiveram na festa. Com isso, a Polícia considera o caso concluído.

Segundo a delegada Socorro Portela, da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Renilson foi reconhecido por testemunhas como o autor do disparo. A delegada informou também que está descartada qualquer hipótese de envolvimento de outras pessoas no crime. “Digo que o caso está concluído. Faltam apenas os resultados de algumas perícias para confirmar se realmente essa é a arma que ele utilizou, a análise de algumas imagens. Mas ele confessou, e testemunhas disseram que ele era a pessoa que havia brigado com Johnny e que era a pessoa que havia efetuado o disparo contra a cabeça do Johnny”, disse, ao jornal Diário do Nordeste

Renilson foi preso na madrugada de hoje, em sua residência no bairro Antonio Bezerra. O agente já apresentou a arma com a qual confessou ter realizado o crime. De acordo com a Polícia, ele afirmou que entrou no buffet armado e permaneceu armado com a pistola na cintura durante toda a festa. “Entrou armado. Passou por uma revista superficial e os seguranças não perceberam”. A organização da festa relatou que foi feito o trabalho de revista individual na entrada do estabelecimento. “Não era permitido entrar com armas e foi feita uma revista rigorosa por profissionais de segurança treinados de uma empresa com experiência”. 

(Com informações do Diário do Nordeste e O Povo)