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Polícia cria força-tarefa para solucionar crimes

Mais de 10 delegados da Polícia Civil trabalham nas investigações dos assassinatos de 12 mulheres em Goiânia; todas morreram da mesma forma: um homem numa moto chegou e atirou contra as vítimas; no sábado, a adolescente Ana Lídia, 14, foi assassinada quando estava num ponto de ônibus; polícia mantém sigilo nas investigações e não descarta a existência de um matador em série; foram divulgadas imagens que mostram um motoqueiro próximo ao local onde Ana Lídia for morta (na foto)

Mais de 10 delegados da Polícia Civil trabalham nas investigações dos assassinatos de 12 mulheres em Goiânia; todas morreram da mesma forma: um homem numa moto chegou e atirou contra as vítimas; no sábado, a adolescente Ana Lídia, 14, foi assassinada quando estava num ponto de ônibus; polícia mantém sigilo nas investigações e não descarta a existência de um matador em série; foram divulgadas imagens que mostram um motoqueiro próximo ao local onde Ana Lídia for morta (na foto) (Foto: José Barbacena)
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Goiás247 - A Polícia Civil de Goiás continua a força-tarefa para solucionar os casos que envolvem os assassinatos de 12 mulheres em Goiânia. A última vítima foi a adolescente Ana Lídia de Souza, de 14 anos, que foi morta com tiros no peito quando estava num ponto de ônibus.

Em todos os casos, as mulheres foram mortas com tiros e por um homem numa moto de baixa cilindrada. A polícia evitar falar na existência de um serial killer, mas ao mesmo tempo não descarta a existência de um matador em série.

Desde ontem, delegados do interior e outros delegados acostumados com investigações de alta complexidade trabalharam nas investigações. A força-tarefa foi determinada pelo governador Marconi Perillo (PSDB), que reafirmou sua confiança na polícia goiana e condenou o uso eleitoreiro das mortes.

A polícia divulgou vídeo que mostra Ana Lídia caminhando rumo ao ponto de ônibus, antes de ser assassinada. Na sequência, uma motocicleta passa na direção de Ana Lídia. Pouco após o crime, a moto passa em alta velocidade na direção oposta.

O superintendente da Polícia Judiciária, Deusny Aparecido, afirmou que já existem mandados de prisão em curso, porém evitou dar mais detalhes para não atrapalhar as investigações.