Polícia prende família acusada de assassinato

Operação Brasilis, da Polícia Civil, prende família acusada de assassinato para receber seguro; viúva é suspeita de tramar morte do marido junto com irmão e sobrinho; cerca de R$ 120 mil seriam divididos  entre autores do crime que ocorreu em agosto de 2015; de acordo com o delegado adjunto da DIH, Rilmo Braga, todos os suspeitos confessaram o crime, porém negaram que o motivo esteja ligado a questões financeiras

Operação Brasilis, da Polícia Civil, prende família acusada de assassinato para receber seguro; viúva é suspeita de tramar morte do marido junto com irmão e sobrinho; cerca de R$ 120 mil seriam divididos  entre autores do crime que ocorreu em agosto de 2015; de acordo com o delegado adjunto da DIH, Rilmo Braga, todos os suspeitos confessaram o crime, porém negaram que o motivo esteja ligado a questões financeiras
Operação Brasilis, da Polícia Civil, prende família acusada de assassinato para receber seguro; viúva é suspeita de tramar morte do marido junto com irmão e sobrinho; cerca de R$ 120 mil seriam divididos  entre autores do crime que ocorreu em agosto de 2015; de acordo com o delegado adjunto da DIH, Rilmo Braga, todos os suspeitos confessaram o crime, porém negaram que o motivo esteja ligado a questões financeiras (Foto: José Barbacena)
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Goiás 247 - A Delegacia Estadual de Investigações de Homicídios (DIH) apresentou nesta segunda-feira (25) os suspeitos pela morte do representante comercial Jucimar dos Santos Bezerra, de 33 anos, fato ocorrido em agosto de 2015. Motivação seria o recebimento de seguros de vida em nome da vítima que totalizam cerca de R$ 120 mil.

As investigações duraram cerca de seis meses e desencadearam na “Operação Brasilis”, em alusão ao sobrenome da família envolvida no homicídio. Estão presos o sobrinho da vítima e executor dos disparos, João Marcos Brasil, de 20 anos; a esposa e autora intelectual do crime, Ana Cristina Brasil, de 36; e o cunhado, Nedio Brasil, de 44. Todos moram no Bairro Itapuã, mas o assassinato ocorreu no Setor Mansões Eldorado, em Goiânia.

De acordo com o delegado adjunto da DIH, Rilmo Braga, todos os suspeitos confessaram o crime, porém negaram que o motivo esteja ligado a questões financeiras. As alegações dos envolvidos apontam para suposto comportamento agressivo da vítima que, segundo relatos, principalmente, do sobrinho, João Marcos, demonstrava descontrole emocional e até agredia membros da família com freqüência - fato que o teria levado a atentar contra a vida de Jucimar.

Ainda de acordo com o delegado Rilmo Braga, após as investigações e acompanhamento de movimentações bancárias dos envolvidos, a polícia apurou que um banco já pagou R$ 30 mil. “Deste valor, a viúva confessou que repassou R$ 5 mil ao sobrinho para que ele pudesse pagar um advogado”, afirmou o adjunto da DIH ao relatar que a Polícia Civil já entrou em contato com as demais instituições financeiras para que sejam suspensos outros pagamentos.

Crime premeditado

Segundo João Marcos Brasil, ele teria atraído a vítima para que fosse com ele a uma oficina mecânica, alegando defeito em uma motocicleta. No caminho o sobrinho teria parado a moto e pedido para que o tio a empurrasse. Assim que Jucimar dos Santos Bezerra desceu da garupa já foi atingido por dois de três disparos de uma pistola 380.

O delegado Rilmo Braga afirma que a vítima chegou a ser socorrida pela Polícia Militar e que, no caminho para o hospital, ele teria afirmado que o sobrinho era o autor do crime, fato que ajudou os policiais durante as investigações. “Em posse dessas informações iniciamos o trabalho de monitoramento das casas, bancário e das escolas dos sobrinhos”, relata.

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