Polícia que saber se Bernardo morreu com dose excessiva de analgésico

A Polícia Civil está investigando a informação de que teria sido aplicada em Bernardo Uglione Boldrini uma dose excessiva de analgésico usado na endoscopia; um dos principais objetivos das investigações é identificar onde a substância foi adquirida; o pai do menino, a madastra, uma amiga do casal são suspeitos de terem cometido o crime, e estão presos

A Polícia Civil está investigando a informação de que teria sido aplicada em Bernardo Uglione Boldrini uma dose excessiva de analgésico usado na endoscopia; um dos principais objetivos das investigações é identificar onde a substância foi adquirida; o pai do menino, a madastra, uma amiga do casal são suspeitos de terem cometido o crime, e estão presos
A Polícia Civil está investigando a informação de que teria sido aplicada em Bernardo Uglione Boldrini uma dose excessiva de analgésico usado na endoscopia; um dos principais objetivos das investigações é identificar onde a substância foi adquirida; o pai do menino, a madastra, uma amiga do casal são suspeitos de terem cometido o crime, e estão presos (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 – A Polícia Civil está investigando a informação de que teria sido aplicada em Bernardo Uglione Boldrini uma dose excessiva de analgésico usado na endoscopia. O garoto de 11 anos foi morto no último dia 4 e encontrado em um matagal na zona rural de Frederico Westphalen, que fica ao norte do Rio Grande do Sul. Detidos, o pai do menino, Leandro Boldrini, a madastra, Graciele Ugolini Boldrini, e Edelvania Wirganovicz, amiga do casal, são suspeitos de terem cometido o crime.

Um dos principais objetivos das investigações é identificar onde a substância foi adquirida. Segundo o jornal Zero Hora, Edelvania havia dito que o garoto foi dopado com barbitúricos antes de receber a injeção com a substância que resultou na morte do garoto.

De acordo com a delegada Caroline Virginia Bamberg, o garoto, que era órfão de mãe, já havia se queixado da pouca atenção que recebia dos seus familiares. Em entrevista coletiva nesta terça-feira (15), ela informou que o menino tinha procurado a Justiça por conta própria para falar sobre o abandono familiar. Também nesta terça, colegas e professores do garoto rezaram e pediram justiça.

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